Rise of Nations: Rise of Legends

Jogos de estratégia e eu temos uma história. Quando eu era pequeno, meu PC era movido a manivela, e portanto jogos que exigissem mais do processador e da placa de vídeo estavam fora de questão. Além disso, eu só podia instalar um jogo por ano no máximo (o nosso HD era pequeno), e meus pais me proibiam de comprar jogos de tiro porque achavam que o capeta invadia meu cérebro por eles ou algo do tipo. Com isso, eu era obrigado a procurar jogos que pudessem ser aproveitados a longo prazo, mesmo quando você já completou a história principal. E assim eu encontrei games como Age of Mithology, ou Warcraft III. Foram anos de alegria, até que eu consegui um computador melhor e com ele jogos mais avançados, e reparei o quanto esses jogos que eu tinha amado só tinham um lugar tão grande no meu coração porque eu não tinha outras opções.

Hoje em dia, eu já saturei de jogos de RTS (real-time strategy, ou estratégia em tempo real), e procuro jogá-los o mínimo possível. Tanto que eu peguei emprestado games como Age of Empires III ou Battle for Middle Earth II, e não aguentei jogar por mais de uma semana.

Acho que o meu principal problema com RTS é a dificuldade de se apegar aos personagens. Quando você controla uma única pessoa, ou um grupo pequeno, elas costumam ter personalidade, algo impossível de se conseguir com exércitos de 50 soldados gêmeos que fazem movimentos sincronizados, como um bando de clones conectados a um único cérebro.

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