Arquivo mensal: janeiro 2010

Steampunk: Porque Vapor Pode ser Incrível

É interessante ver como a ficção científica evoluiu nas últimas décadas. Antigamente (bem antigamente), se você fazia um filme sobre uma invasão alienígena o mundo te considerava um visionário tentando algo que nunca antes foi feito. Hoje em dia, é só mais um filme em uma grande pilha podre de fracassos como Sinais e as refilmagens de Guerra dos Mundos e O Dia em Que a Terra Parou, com algumas raras exceções, como Cocoon e Contatos Imediatos do Terceiro Grau (não consigo lembrar de nenhum mais recente que seja bom).

E é mais ou menos por isso que algumas pessoas tentaram fazer subdivisões da ficção científica, criando novas variações do gênero. A variação que eu quero apresentar aqui hoje é o Steampunk. Leia o resto deste post

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Análise de Avatar Publicada

Por um milagre do destino, eu tive a oportunidade de ir para uma cidade com um cinema decente, e pude assistir Avatar legendado, em Blu-ray, e o mais importante, em 3D. Leia a análise aqui.

Análise de Sherlock Holmes Publicada

Infelizmente, existe um momento na vida de um crítico, mesmo que seja um crítico amador, onde ele deve deixar as exigências e preferências de lado, e se jogar de cabeça na pilha de coisas para analisar, sem medo de encontrar algum detalhe que o desagrade.

E é por isso que eu joguei minhas revoltas com filmes dublados para o ar (o cinema daqui nunca vai mudar a ponto de colocar filmes legendados, e boicotar os filmes que assisto sem dúvida não vai fazer o lugar falir) e fui assistir Sherlock Holmes com os amigos. Leia a análise aqui.

Sobre a Análise de Spore

Algumas pessoas (dentre elas meu amigo Yuri) me criticaram por causa do modo como analisei Spore. Disseram que estava muito incoerente. Segundo essas pessoas, eu comecei a análise demonstrando um profundo ódio pelo jogo, para no final simplesmente falar que ele era OK.

Mas esse é exatamente o problema com Spore. Ele é OK. Ser OK é mais do que suficiente para uma noite de sono, ou para um banho, ou até mesmo para um jogo comum, que não inove em nada e só queira divertir. Mas Spore é um jogo feito para inovar. Jogos feitos para inovar não podem ser apenas OK, eles têm que ser memoráveis, têm que ficar nas mentes dos jogadores pelos anos que virão. Ser OK nesse caso é praticamente a mesma coisa que ser uma droga.

Mas eu recomendei Spore de qualquer forma, e sabe por quê? Porque por mais que eu tenha detestado ter minhas expectativas frustradas, eu ainda me diverti muito com ele. Spore é bom, sim, mas não chega nem perto de ser tão bom quanto o prometido. Ainda assim, é mais do que o suficiente para te entreter durante algumas semanas.

E uma coisa que não me decepcionou nem um pouco foi a ferramenta de criação, especialmente a de criaturas. É impressionante como você pode fazer o bicho que vier na sua cabeça, e o jogo ainda conseguir fazer com que ele pareça natural, mesmo quando tem um nariz onde o pé deveria estar. Por exemplo, veja uma das minhas criaturas, o Willywig:

Creation Detail

Tem outras versões dele, como uma onde ele está com uma roupa mais industrial, mas acho que essa é mais fácil de entender.

Ou a criação do meu amigo Lucas, o Ravie:

Creation Detail

Obs: se você quer fazer algo ainda mais estranho, saiba que existe uma atualização no site do jogo que permite que você faça criaturas assimétricas.

Entendeu o que eu quero dizer? Existe muito potencial nesse jogo, sim. A idéia perfeita está lá, mas ela foi simplificada ao ponto de perder todas as nuances. Mas como eu disse na análise, é provável que a próxima versão do jogo resolva adicionar alguns detalhes mais complexos, abrindo todo um novo leque de possibilidades, como aconteceu com SimCity ou The Sims. Afinal, você se lembra de como era o primeiro The Sims? Sem nenhuma expansão? Lembra como era interessante, mas enjoava muito depois de um tempo? Então, é basicamente a mesma coisa. The Sims 2 expandiu muito a idéia, e The Sims 3 conseguiu adicionar detalhes que tornaram o jogo muito mais rico e interessante, e portanto é na minha opinião o melhor dos três.

Ah, e antes que eu me esqueça, também estou escrevendo a análise de The Sims 3. Até!

Análise de Spore Publicada

Sabe aquelas vezes em que você fica esperando meses por algumas coisa, fica ansioso por vários dias, quase não dorme de empolgação, e quando finalmente chega (seja um filme, livro, etc.) não é o que você pensava que seria, e aí você se sente desapontado?

Então, imagine que em vez de esperar dias você tenha que esperar anos. Imagine que você fica quatro malditos anos esperando por um lançamento, e quando ele chega, não é nem um pouco tudo aquilo que tinham prometido que seria. Sem dúvida, em escala de anos, a decepção é absurdamente maior.

E foi isso que aconteceu comigo em relação ao jogo Spore, cuja análise você agora pode ler aqui.

Análise de Left 4 Dead Publicada

Ultimamente zumbis têm andado em baixa. É claro que eles ainda não estão tão mal assim. Pelo menos não foram transformados em criaturas inofensivas e afeminadas como aconteceu com os vampiros, o que significa que ainda há chances de progresso.

E aparentemente uma dessas chances acaba de aparecer. Então, em homenagem aos zumbis, e também porque no futuro eu pretendo analisar a continuação, aqui está a análise de Left 4 Dead.

Análise de Braid Publicada

Sumindo no Tempo está encalhado há alguns meses, vocês já devem ter percebido. O caso é que fazer qualquer tipo de obra baseado em manipulação do tempo é bem complicado. Em questão de games, por exemplo, eu até hoje só joguei dois títulos que aplicaram bem a fórmula: Prince of Persia: Sands of Time, que eu pretendo comentar no futuro em uma retrospectiva, e Braid.

E é por isso que agora você pode ler a análise de Braid aqui.

Análise de Star Trek Publicada

O problema com analisar filmes quando se mora na minha cidade é que o cinema daqui é uma droga. Os filmes demoram três semanas a mais para estrear por aqui, e quando chegam em cartaz, são dublados. Se você é do tipo que só assiste filmes dublados, me perdoe pelo que vou dizer, mas eles são idiotas. Na minha opinião, dublagem de qualquer mídia é um ponto baixo da humanidade. Se você está lendo esse post, então é porque você sabe ler (brilhante observação minha). E se os atores dos filmes se esforçaram tanto para emprestar suas vozes para os personagens, nós deveríamos levar seus trabalhos em consideração (assim como o trabalho do departamento de edição de som) assistindo com o som original, legendado.

Mas o problema é que, quando os filmes finalmente chegam aqui, há 90% de chance de só aparecerem cópias dubladas. E assistir isso vai contra a minha ideologia. E é por isso que, quando não posso assistir um filme no cinema por causa dessas circunstâncias, eu acabo me limitando a analisá-lo quando chega em DVD, que é quando quase todo mundo já assistiu. Mas de qualquer forma, eu não faço análises para indicar o que as pessoas devem ver ou não, eu as faço com a simples finalidade de expressar a minha opinião. Então, sem mais delongas, aqui está a análise de Star Trek.

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