Arquivo mensal: maio 2010

Segunda Playlist

Sim, aqui está, o segundo post do tipo Playlist, aparecendo quando ninguém esperava. Não que alguém esperasse. Ninguém ama ele. Snif.

De qualquer forma, esse fim de semana (que aliás foi meu aniversário de 18 anos, YAY!), eu assisti novamente Zumbilândia, e como aquele filme tem uma ótima trilha sonora, vou colocar algumas músicas aqui. Leia o resto deste post

Análise de Fúria de Titãs Publicada

Há algumas semanas, a loja de informática que fica no shopping da minha cidade resolveu deixar um Playstation 3 ligado em uma tela de LCD de 40″, para que quem quisesse fosse lá para jogar. Eu entendo que é uma estratégia de marketing muito inteligente e justa (deixar o cliente experimentar antes de comprar, para ter certeza do que ele quer), mas eu não deixo de ter a impressão de que eu ferro totalmente com a idéia, porque já completei cerca de 3 horas jogando na loja até hoje, e ainda assim não comprei nada.

Mas de qualquer forma, embora eu tenha quase certeza de que os donos da loja já estão no ponto de quererem me dar um belo chute na bunda, eu me diverti muito jogando o demo do God of War 3. E eu tenho que dizer, jogar uma coisa dessas em uma tela de LCD grande, em resolução HD, é a única maneira de realmente aproveitar o jogo. Depois disso, eu me senti um tanto quanto entediado em jogar games na telinha do meu computador, como se estivesse faltando alguma coisa. Mas como eu não tenho dinheiro para comprar a televisão (e nem mesmo o Playstation 3), eu volto lá para irritar os vendedores mais um pouco (sinto muito).

O caso é que eu me pergunto por que ninguém nunca consegue explorar todo o potencial da Mitologia Grega. God of War é um dos que chegou mais perto, eu admito, mas ainda assim eu sempre senti que tinha alguma coisa faltando. Provavelmente porque God of War parte da idéia de que qualquer criatura mitológica pode ser derrotada na base da porrada, o que nem sempre é verdade. Um jogo que conseguisse combinar a mecânica e os visuais de God of War com um história mais elaborada e inimigos que precisassem de mais estratégia para serem derrotados sem dúvida seria a definição de um jogo de Mitologia Grega perfeito.

Eu digo isso porque fui assistir Fúria de Titãs nesse fim de semana, e acho que se fizessem um jogo daquilo seria praticamente tudo que eu tenho em mente. leia a análise aqui.

Feliz dia da Toalha, do Orgulho Nerd, e da Análise de Time, Gentlemen, Please!

Hoje é um dia de orgulho para qualquer um que se denomeie nerd, geek ou simplesmente excêntrico. É o Dia do Orgulho Nerd, que começou a ser comemorado em 2006 e acontece nessa data por causa de ter sido o dia da premiére do primeiro Star Wars, e o Dia da Toalha, comemorado desde 2001 em homenagem ao falecido Douglas Adams.

E portanto, para comemorar a ocasião, uma análise nova: Time, Gentlemen, Please! (note que eu disse nova, mas não disse que o game é necessariamente bom).

Ok, ok, eu já tinha agendado lançar a análise de qualquer forma, independentemente da data. Só coincidiu.

Isso é tudo.

Sério, você pode parar de ler agora, eu não tenho mais nada pra dizer.

Ah, saco, ok, ok.

Um colonizador português encontrou um índio e disse:
-8π.
O índio não respondeu, então ele disse:
-18π.

Pronto. Eu vou pra cama.

Análise de Flock Publicada

O mercado indie está tomando o poder. E ainda bem. Jogos indies têm um jeito muito agradável de ser, eles chegam no mercado sem nenhuma expectativa, e por isso mesmo fazem muito sucesso. Se você não espera nada de um jogo, não tem como ficar decepcionado. Além disso, eles sempre apresentam idéias novas, interessantes e bem originais, o que é muito agradável em um mercado que consiste basicamente de jogos de tiro onde soldados do tamanho de geladeiras enfrentam alienígenas do planeta Zog.

E ao que parece, as grandes produtoras começaram a perceber isso, e agora começaram a lançar jogos com estilo indie. Conheça Flock!

Primeira Playlist

Eu. Odeio. Prazos. “Oooh, como ele é original, falando mal de algo que ninguém nunca criticou antes.” Bem, não me critique, se tantas pessoas ficam falando mal da mesma coisa, então isso é prova de que tem algo muito errado com ela.

Qual a razão pela qual eu digo isso, você me pergunta? Não, não é pelo trabalho. Na verdade eles são um tanto quanto gentis comigo em relação a prazos, visto que eu demorei quase duas semanas só pra preencher um mapa com a localização de clientes (parece algo trabalhoso que levaria meses, mas esse não é o caso quando o mapa em questão fica salvo em uma conta do Google Maps). É mais pelo blog e cursinho mesmo. Eu tenho cerca de três meses de tarefas atrasadas para os meus professores de cursinho pré-vestibular (que aliás é um assunto que eu ainda pretendo xingar bastante em um possível post futuro), o que é praticamente todas as tarefas que me passaram naquele lugar desgraçado.

Mas o que mais me irrita mesmo é o quanto eu estou ficando igual ao Douglas Adams. Antes de você me achar metido a besta e esnobe, leia minha explicação.

O Douglas Adams começou a carreira dele escrevendo alguns scripts para séries de TV (quando a série Dr. Who fez sucesso, ele criou um script paródia chamado Dr. Which, o qual agradou tanto a produtora que ela acabou pedindo scripts para a série de verdade), e depois de algum tempo (anos), passou a escrever para empresas e esquetes de rádio. À medida que o tempo passava, ele adquiria mais e mais trabalhos, e ainda assim, acabou adquirindo uma grande fama por não escrever. Não adianta ter muitos projetos quando você mal consegue levar um ou dois para a frente.

E é por isso que eu estou me comparando a ele. Eu tenho um blog que nunca atualizo, um livro que não levo pra frente porque acho que está uma merda, desenhos que ainda não saíram da parte de esboço, e um jogo que ainda não tem modelos 3D nem script (falarei mais sobre esse projeto em breve). Tudo porque o trabalho somado com o cursinho não me dão praticamente tempo nenhum. Os dias úteis da semana estão sempre perdidos, e um em cada dois fins de semana também são ocupados por plantões no trabalho. E isso quando eu não tenho também um simulado no cursinho, como é o caso desse fim de semana. O pouco tempo que eu acabo tendo livre costuma ser dedicado a dormir, comer, respirar, jogar videogames, e outras atividades essenciais para me manter vivo.

Então dane-se, eu pensei. A partir de agora, eu vou criar uma categoria de post que sempre conseguirei atualizar semanalmente. Uma categoria que é tão simples e curta, que eu só poderia não publicar caso minha conexão caísse e o computador pegasse fogo.

Então sejam bem vindos ao meu primeiro post da categoria “Playlist”. A partir de agora, eu vou colocar aqui, toda semana, dois ou três músicas que eu costumo ouvir. Quem sabe assim eu possa passar meu gosto refinado (hahahahaha) para um povo que passa o dia ouvindo Dança do Créu e Rebolation (se você é meu amigo ou colega de trabalho e gosta dessas músicas, desconsidere o comentário).

Então, para a alegria das quatro pessoas que lêem esse blog periodicamente (oi, Bruno, Eliphas, Lucas e mamãe), eu me esforçarei para manter isso regularmente (já ouviram essa antes, não é). Leia o resto deste post

Análise de Homem de Ferro 2 Publicada

Por causa do trabalho, cursinho e tudo o mais, eu demorei mais de uma semana para escrever a análise do Homem de Ferro 2, mas o que importa é finalmente ficou pronta e você pode ler aqui.

Ah, e o Lucas passou a semana inteira pegando no meu pé e insistindo que eu devia mencionar que tem uma cena perturbadora no filme onde um cara quebra a coluna. Ok então. Mencionado.

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