Arquivo mensal: novembro 2009

Análise de Mirror’s Edge Publicada

Olá, queridos leitores. Aqui estou eu mais  uma vez, para dizer que quem quiser ler a mais nova análise de Mirror’s Edge pode encontrá-la aqui.

Muitos de você podem estar se perguntando “Mas o Mirror’s Edge não ia vir em forma de videoanálise?” Bem, meus amigos, acontece que, pelo que eu descobri a duras penas, videoanálises ainda estão um pouco acima da minha capacidade (leia-se tempo livre). Além disso, pelo que eu reparei, as análises em texto passam todas as mensagens que eu quero sem o menor problema. Então, para que se preocupar com o vídeo? Logo, façamos um acordo, querido leitor: quando eu tiver mais tempo disponível, e se por acaso eu achar necessário para passar a mensagem que eu quiser, as videoanálises terão início. Combinado? Ótimo então.

Sabe, eu realmente gostei do Mirror’s Edge, porque é um jogo de Le Parkour. E eu gosto de Le Parkour. O que, você não sabe o que é isso? Bem: Leia o resto deste post

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Prêmio Escola Voluntária – Parte I

Olá, leitores. Eu quero dedicar o post de hoje para informá-los que do dia 19 ao dia 24 estarei em São Paulo. “Por quê?”,você pergunta? Bem, eu nunca disse isso aqui no blog, mas dou aulas de Português em um projeto voluntário da minha escola. Recentemente, nosso projeto entrou em um concurso promovido pela Rádio Bandeirantes e pela Fundação Itaú Social, onde minha escola (o Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá – UNESP) e mais outras 9 do país estão como finalistas.

Aqui está a explicação sobre o que é o concurso:

O Prêmio Escola Voluntária tem por objetivo divulgar, incentivar e premiar instituições de ensino responsáveis por projetos sociais que incentivem o trabalho voluntário entre os seus alunos. O trabalho voluntário deve ser em prol de uma comunidade com a participação de alunos do 9º ano (ou 8ª série) do Ensino Fundamental e/ou em qualquer série do Ensino Médio.

Diferencial:
São selecionadas 10 finalistas que mostram os seus projetos sociais a todo o país por meio de reportagem de rádio.

Abrangência:
Atualmente podem participar escolas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais e Distrito Federal.

Espera-se que a escola tenha um projeto que:

  • Expresse seu compromisso com a formação integral de seus alunos promovendo a construção de conhecimentos fundamentais e o preparo dos alunos para a vida;
  • Integre o aprendizado escolar às práticas sociais;
  • Ofereça oportunidade aos alunos de aprender, por meio da vivência, cidadania, solidariedade, respeito, dignidade; Valores que fazem parte do currículo da educação brasileira e que são fundamentais para a formação dos indivíduos;
  • Estimule a comunidade escolar – alunos, professores, coordenadores, direção, vigias, merendeiras, pais etc.

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Análise de Overlord II publicada

Bem, leitores, pela primeira vez vocês vão ver meu lado mal-humorado, porque pela primeira vez eu botei as mãos em um jogo realmente ruim, Overlord II. Aproveitem.

Filmes Inspirados em Jogos

Outro dia, eu estava navegando pela internet, quando me deparei com o trailer do filme que será lançado em breve, Prince of Persia: The Sands of Time. E eu me lembrei de todas as boas horas que passei com esse jogo, os momentos de diversão com batalhas bem feitas e desafios acrobáticos. Mas então uma pergunta me veio à mente: por que todos querem transformar jogos em filmes, e por que isso nunca dá certo?

Veja bem, se algo funciona como um jogo, isso quer dizer que funciona como uma mídia de entretenimento eletrônico de várias horas de duração. Isso é totalmente diferente de uma mídia não-interativa de em média duas horas de duração. Quando as pessoas adaptam um jogo para um filme, elas precisam condensar os acontecimentos do jogo para o filme, sem contar o fato de que todas as cenas de batalhas e acrobacias presentes, por exemplo, no Prince of Persia, são sim muito interessantes, mas se fossem repetidas à exaustão em um filme, seriam algo extremamente cansativo, pois cairia logo na repetição. Em outras palavras, o que caracteriza o jogo não estará totalmente presente no filme. E geralmente esses filmes são feitos para os fãs dos jogos. Como esse fãs não vão ver nas telas aquilo que realmente marca o jogo, eles logo perdem o interesse. Esse padrão se repete em todos os jogos inspirados em filmes. Doom. Resident Evil. Tomb Raider (não importa se foi bem feito ou não, os fãs do jogo com certeza admitem que não lembrava tanto o jogo assim, e de qualquer forma a Lara Croft dificilmente pode virar uma personagem amável). E por aí vai.

Outro grande problema é a alteração da história. Acredite, o dia que eu encontrar um filme baseado em jogo que seja totalmente fiel à história original vai ser o dia em que eu vou começar a trabalhar como alvo vivo para atiradores de facas cegos. De qualquer forma, aí vai o trailer que eu vi. Tirem suas próprias conclusões: Leia o resto deste post

Rémi Gaillard, um Humorista Genial

Sabe, é difícil definir qual é o meu tipo de humor. Eu sou muito variado em questão a isso. Sou um fã do humor nonsense, do pastelão, das piadas inteligentes, das piadas idiotas, das pegadinhas… Enfim, de praticamente tudo.

E em homenagem às piadas idiotas e ao pastelão, aqui vão alguns vídeos de Rémi Gaillard, um humorista francês: Leia o resto deste post

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