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NNNOOOOO!!! NNYAAAAAHHHH!!!

OK, antes de mais nada, lembra daquele post que eu fiz há algumas semanas falando sobre os caras do Extra Credits? Bem, eles arranjaram emprego no Penny Arcade TV, então a partir de agora você pode ver os vídeos deles aqui: http://www.penny-arcade.com/patv/show/extra-credits. E se você liga para videogames em qualquer plano de existência, você é praticamente obrigado a assistir isso.

Enfim.

Eu gosto de Star Wars. Eu gosto de tudo desde o barulho dos sabres de luz até o rosto sem expressão e ainda assim estranhamente intimidador do Darth Vader, passando pelos grunhidos do Chewbbaca e as frases sábias do Mestre Yoda. Sim senhor, a trilogia antiga do Star Wars é um clássico.

E aí veio aquele idiota do George Lucas e estragou tudo.

Não, eu não estou falando só da trilogia nova, eu admito sim que ela no geral é uma porcaria, mas ainda tem seus momentos, especialmente a luta entre Yoda e Imperador Palpatine (e eu juro que se alguém defender a criação do Jar Jar Binks como um personagem realmente divertido eu vou me enforcar com meu próprio intestino). O que eu estou reclamando é o fato de George Lucas não se cansar de mudar as cenas da trilogia antiga todas as vezes que faz uma remasterização nova. E eu acho que agora ele acabou de fazer a pior de todas.

Você se lembra da cena no final de “O Retorno de Jedi”, onde o Vader resolve ajudar o Luke e joga o Imperador no poço? Era um momento climático do filme, e um momento onde tudo finalmente era solucionado. E a parte mais incrível é que Vader não dizia nada. Ele só ficava lá, parado, olhando o Imperador eletrocutar Luke, seu filho, e olhava de um para o outro, tendo um debate interno, até finalmente decidir fazer a coisa certa e acabar com o Imperador de uma vez por todas. O grande tchans da cena está na falta de diálogo.

Até agora.

Na nova versão remasterizada para Blu-Ray, a cena foi editada, e inseriram um grito de “NÃÃÃÃÃÃOOOOO!!!!” feito pelo Vader que é completamente estúpido. Lembra no final de “A Vingança dos Sith”, quando o Vader gritava “não” por causa da mulher dele ter morrido? Já era idiota lá, e continua aqui. Eu suponho que o George Lucas queria justificar a existência daquele grito fazendo com que ele passasse a ser recorrente.

Aqui, olha só:

Sinceramente, eu estou cada vez mais convencido que a trilogia original foi tão boa desse jeito por puro acidente. O George Lucas claramente não tem a menor noção do que fez os filmes antigos dele serem bons, e ele faz questão de continuar mexendo neles, estragando mais e mais sua obra-prima. É deprimente.

Bem, mudando um pouco de assunto dentro do departamento “gritos idiotas”, eu assisti ao último filme do Harry Potter mês retrasado, e reparei novamente em algo que fica aparecendo desde o quinto filme: o grito do Voldemort.

Você sabe do que eu estou falando. Toda vez que o Voldemort lança um feitiço, ou está com raiva, ou faz praticamente qualquer coisa que requer esforço, ele solta um gemido que eu só consigo escrever como “NNNNNYAAAAAAAAAHHHHH!!!!”

Por exemplo:

(E isso é só no trailer do último filme, o filme em si tem ainda mais)

Não é ameaçador, não tem nada a ver com o personagem, só é cômico. Eu ainda não entendi o propósito disso, mas no último filme estava tão frequentemente que eu sinceramente perdi a conta de quantas vezes ele soltou o grito.

Erm, yep. Isso é basicamente tudo que eu tenho pra postar.

Ah, pera, tinha essa tirinha relacionada:

Comic #30

Tchau.

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Outros Acontecimentos Sobre Games em 2010

Muita gente me mandou e-mails, mensagens de MSN ou simplesmente falou na minha frente que eu deixei muito de lado na minha lista de melhores jogos de 2010. É verdade, o ano passado teve outros acontecimentos muito interessantes. Então para complementar o post anterior (e porque eu não pensei em nada melhor para escrever) aí vai mais uma lista. Dessa vez não só de melhores, mas também de piores, de coisas importantes, e de anúncios que deixaram todos os gamers animados.

Melhor Jogo de Corrida

Basicamente essa foi a categoria que me fez escrever outro post inteiro, então é a única que eu realmente quero debater. Me deixe dizer isso logo de cara: eu tenho um problema com jogos de corrida. Eu os adoro, mas sou horrível neles. Minha pouca habilidade com jogos de corrida só é eclipsada no quanto eu sou ruim em jogos de luta como Tekken e Street Fighter. Mas eu me esforço em conseguir progredir nos jogos de corrida, geralmente só parando depois de várias horas, que é quando começa a ficar repetitivo para mim. Mas o caso é: 2010 teve bons jogos de corrida?

Bem, sim e não. O gênero teve casos muito estranhos nesse ano que passou. Os três principais lançamentos foram Split/Second: Velocity da Disney Interactive Studios, Blur, e Need for Speed: Hot Pursuit (e Gran Turismo 5 se você tiver um PS3, mas eu não tenho como dar minha opinião nele).

Cada um deles tinha grandes idéias e potencial, balanceados por uma execução terrível. Split/Second combinava carros e explosões, algo que todo fã de ação sempre sonha. No entanto, ganhar nas corridas consiste mais em sorte do que habilidade, porque por mais que você tome a dianteira, nada garante que um dos inimigos não exploda um prédio na sua cara e te mande para último lugar quando você estava apenas a 10 metros da linha de chegada.

Blur era um pouco mais estilizado e visualmente bem interessante, mas possuía poderes para derrotar os outros carros, sofrendo do mesmo problema de Split/Second, algo que eu gosto de chamar de Síndrome de Mario Kart: poderes que podem aleijar totalmente o adversário e mudar totalmente o rumo da corrida em uma fração de segundo.

Need for Speed: Hot Pursuit também possuía poderes, mas eram bem balanceados e não chegavam a causar um grande problema. Além disso, a habilidade de jogar como o policial adicionou toda um novo estilo ao jogo. Tinha tudo para ser a minha escolha para o ano.

MAS!

Por acaso você já ouviu falar em “Rubber Band AI”?

Por exemplo: Você está jogando um game de futebol. Seu time está 5 gols na frente, tem 3 minutos faltando para o fim do jogo, e você está com a bola. Sua vitória é garantida, certo?

Nnnnão. Porque de repente o time adversário controlado pelo computador é duas vezes mais rápido que você, sabe para quem você vai passar a bola, para onde essa pessoa está correndo, e manda o time inteiro marcar esse cara. Ou então um jogador adversário consegue interceptar a bola no meio do ar e dá um chute do outro lado do campo, fazendo um gol que parece simplesmente um milagre. Isso se repete, e antes que você perceba você perdeu o que pensava ser uma vitória certa.

Por que isso acontece? Quanto mais você esticar um elástico,quanto mais ele puxa. É a mesma idéia aqui, e de onde vem o termo “Rubber Band AI” (Inteligência Artificial de Elástico). Basicamente, quanto melhor que você está em um jogo, o jogo se torna mais difícil, para continuar sendo um desafio. Isso não é evoluir a dificuldade de acordo com o seu progresso no jogo, isso é fazer com que o nível em que você está fique dez vezes mais difícil instantaneamente por nenhuma razão. Em outras palavras, o computador não ficou melhor, ele simplesmente trapaceou. Esse tipo de coisa é feita para tentar aumentar a dificuldade, mas é simplesmente irritante.

E isso acontece em NFS Hot Pursuit. Aliás, isso acontece em todo Need for Speed que eu me lembre. você pode estar cinco quilômetros à frente de todo mundo, correndo na velocidade máxima e usando nitro, para ver um adversário te ultrapassando com o dobro da sua velocidade. Que inferno.

Então todos os 3 jogos acabam sendo os melhores de 2010, porque nenhum realmente se destaca.

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Novidades Sobre o Multiplayer de Portal 2

Bem, aparentemente gostaram dos meus posts-prévia de Bioshock Infinite e Batman: Arkham City, e como acabou de acontecer a Penny Arcade Expo nos Estados Unidos, tem muitas outras prévias pra comentar a respeito. Vamos começar pela que mais me interessa, Portal 2.

O primeiro Portal ainda é hoje em dia aclamado por muitos como o melhor jogo já lançado na história. Design icônico e bonito, história interessante, personagens cativantes e memoráveis, desafiador e criativo. O único problema era a duração curta, de cerca de duas ou três horas, mas era curto assim por ser mais um extra do que um jogo completo, lançado junto com o resto da The Orange Box, que já continha Team Fortress 2, Half-Life 2 e os Episódios 1 e 2 do mesmo.

Portal 2, por outro lado, pega a fórmula que fez tanto sucesso e a expande com novos conceitos. Se você ainda não viu a parte single-player, aqui está um trailer com um pequeno demo:

O resto do demo pode ser visto aqui e aqui.

Mas de qualquer forma, as novidades recentes são sobre a campanha multiplayer, que é por si só um jogo completo. Não é dependente da campanha solo, não é do tipo “campanha singleplayer, mas junto com um amigo”. Nope, são quebra-cabeças completamente novos e mais complexos, que só podem ser resolvidos usando quatro portais em vez de dois.

Como no modo cooperativo é muito mais comum um dos jogadores morrer, os designers da Valve acharam que protagonistas humanos não combinariam muito com o clima, então resolveram fazer dois robôs, tornando assim os momentos com mortes mais leves, e até bem-humorados. Aparentemente, os robôs se chamarão Orange e Blue, em referência à cor de seus portais.

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Novidades Sobre Batman: Arkham City

Reparei que ultimamente muita gente tem acessado minha análise do jogo Arkham Asylum (SIM, EU FUI IDIOTA AO FALAR QUE O KILLER CROC NÃO ERA CONHECIDO, AGORA CALEM A BOCA), e eu acho que sei o porquê. Veja bem, a continuação de Arkham Asylum foi anunciada há alguns meses, e nos últimos dias têm aparecido muitas novidades a respeito.

O teaser trailer:

Sendo o cara extremamente respeitável e que só procura fontes confiáveis, eu fucei páginas da Wikipédia (har, har), e aqui vão algumas das coisas que já se sabe a respeito do jogo (não confie totalmente na maioria delas):

  • Se passa dentro de Gotham, em alguns quarteirões que agora funcionam como o novo centro de tratamento de criminosos;
  • O jogo será mais aberto, então além da história principal existirão missões secundárias;
  • Vilões confirmados serão o Coringa, Duas Caras, Sr. Gelado, Mulher Gato, Arlequina, Charada, Hugo Strange, Victor Zsasz, a filha do Raz Al-Ghul que eu não lembro o nome, e (possivelmente) Pinguim e Homem-Calendário;
  • O Batman já terá desde o começo do jogo todos os equipamentos que ele adquiriu no primeiro, significando que vai ter mais arsenal ainda;
  • O combate freeflow está atualizado, com novas habilidades como desviar de objetos que os inimigos jogam em você, e contra-atacar dois inimigos simultaneamente;
  • Dois novos equipamentos confirmados serão uma bomba de fumaça (para esconder sua fuga) e um receptor de rádio (para rastrear a origem de conversas, e tocar estações de rádio de Gotham);
  • O principal vilão da vez é o Duas Caras, que quer matar a Mulher Gato, a qual aparentemente será sua aliada no decorrer da história;
  • O Coringa ainda está doente e se recuperando do quanto apanhou no primeiro jogo, portanto não terá um papel tão grande quanto antes;
  • Mark Hamill (o Luke Skywalker), que dublou o Coringa no primeiro jogo e em vários outros games e desenhos da franquia, disse que essa será a última vez que ele interpretará o personagem;
  • Haverá um modo multiplayer, ainda não se sabe se será cooperativo ou um jogador versus o outro, mas há boatos de que o segundo jogador controlaria a Mulher Gato;
  • A Visão de Detetive foi alterada (ainda não se sabe exatamente como) porque os desenvolvedores souberam que a maioria das pessoas a deixavam ligada o tempo inteiro, estragando o visual do jogo;
  • A Rocksteady disse que o game já está pronto, mas eles só irão lançar no segundo semestre do ano que vem;
  • Dois movimentos novos são a habilidade de andar sobre cordas (como a fiação da cidade) e o “dive bomb” – se jogar de cara em cima dos inimigos;
  • Há vilões do game que são inimigos entre si (como Coringa e Duas Caras), e portanto será comum ver seus respectivos lacaios saindo na porrada entre si durante o jogo. Leia o resto deste post

E Tenho Dito

Quando esse blog está com poucos posts, as chances são altas de que eu estou provavelmente perdendo tempo assistindo vídeos no youtube, de PC Siqueira a trailers de filmes. Está praticamente virando um problema. Minha consciência fala comigo mais ou menos assim (no estilo “anjo em um ombro, diabo no outro”):

Eu Bom: Hey, vamos escrever umas análises para o blog!
Eu Mau: Não! Vamos assistir maspoxavida! Mwa ha ha ha!
EU: Humm, não sei… eu meio que preciso escrever alguma coisa, só publiquei dois posts nesse mês…
Eu Mau: Mas pode aparecer um novo trailer para o novo filme do Tron a qualquer momento na internet!
EU: Uuh, tou dentro.
Eu Bom: Maldito seja, Eu Mau! Você ganhou dessa vez!

Então de qualquer forma, eu fico fuçando muitos trailers de filmes, até mesmo os velhos, que eu nunca assisti. E consegui fazer algumas obvservações. Por exemplo, eu posso confirmar que se eu tivesse visto o trailer dos filmes Evil Dead antes de realmente assistir um deles, não teria gastado duas horas da minha vida vendo algo que só é engraçado por ser incrivelmente idiota. E eu também percebi que todos os trailers de filmes desde o começo dos tempos foram narrados pelo mesmo cara.

Todo e qualquer filme, seja romance, ação, comédia, teve o trailer narrado por esse cara. O cara que soa como se tivesse passado os últimos trinta anos fumando cigarros dentro de uma chaminé industrial. Sabe, AQUELE cara. Ele até fez a voz no trailer do Evil Dead que eu vi; ele até está fazendo os trailers de filmes de terror de merda! Com os montes de filmes que saem todos os meses, pulando desesperadamente no meio do mercado para conseguir atenção, esse cara provavelmente teve uma vida REALMENTE ocupada. Eu aposto que ele até já deve ter narrado alguns trailers de filmes pornô…

“NESTE VERÃO, MONICA MATTOS SERÁ POSSUÍDA VIOLENTAMENTE POR UM ORNITORRINCO DE MOTOCICLETA! E ISSO É BASICAMENTE TUDO QUE ACONTECE!”

Eu queria ter conhecido esse cara. Não só porque ele com certeza tem contatos com todo mundo que é associado com cinema em todo o planeta. Eu queria saber o que o motiva, o que o faz narrar todos os trailers com tanta determinação. Eu queria dar uma caixa de charutos para ele de Natal.

Como trailers não têm créditos (a não ser a respeito do filme em si), eu não consegui saber o nome dele logo de cara. Eu achei que uma voz tão incrível assim precisaria ter um nome igualmente incrível, como Don Razputin Alvares, ou Ian Wellington Mc’Awesome, ou algo assim. Ele seria um homem de três metros de altura, com uma barba grossa, troncudo como uma geladeira, com dois olhos brilhantes, vestido com uma capa preta, com um ventilador embutido para efeito dramático, e usando uma bengala com uma caveira de urso no fim. Nós sairíamos juntos e ele impressionaria o público parando bandidos só com o poder de sua voz, enquanto eu fico com todas as garotas tímidas demais para se aproximarem dele.

A melhor coisa a respeito de ter o Don/Ian como amigo seria que ele consegue fazer qualquer frase soar interessante. Por exemplo:

EU: O que você vai querer, Don?
DON: EU ACHO QUE VOU ESCOLHER A SALADA DE BATATA!
EU: Droga, o garçom desmaiou de novo. Da próxima vez peça só um copo d’água.
DON: GARÇONS FRESCOS MALDITOS!
(todas as mulheres no quarteirão ficam instantaneamente apaixonadas)

Sendo o cara extremamente ocupado que eu sou, eu resolvi reservar um pouco de tempo para pesquisar mais sobre esse cara. Eu fiz pesquisas no Google! Eu folheei livros extremamente grossos sobre o assunto! Eu dancei conga com os tigres encantados de Marte! E finalmente descobri! Leia o resto deste post

Projeto Icarus – Bioshock Infinite

É interessante como você pode se tornar algo que sempre se detestou se não tomar cuidado. Me deixe te explicar o conceito de um fanboy: fanboys idolatram um livro/filme/jogo/etc a um ponto extremo, mas chegam a levar isso a um patamar doentio. E não existe nada pior do que escutar um fanboy na hora de fazer uma continuação para a sua obra. Fanboys são idiotas que colocam a obra em um pedestal, e nunca, NUNCA vão ficar felizes com nenhuma alteração que você faça. Eles querem segurar a obra e fazer carinho dar banho e impedir que ela seja machucada por esse mundo feio e malvado. O quanto antes você calar a boca deles, mais feliz você ficará.

Do que eu estava falando? Ah sim, o novo Bioshock.

A produtora Irrational Games, que nunca consegue decidir o próprio nome direito, anunciou há algum tempo sobre o Projeto Icarus, o nome em código para o novo game que eles estavam desenvolvendo. Agora, foi revelado que esse jogo é na verdade um terceiro Bioshock, Bioshock Infinite, que dessa vez não se passa na cidade submersa de Rapture, mas sim na cidade voadora de Columbia. Leia o resto deste post

Copas e Videogames

Argh, graças a Deus, a participação do Brasil na Copa acabou! Agora todos podem parar de fingir que são patrióticos, e voltar a reclamar que esse é o país que não vai pra frente.

E aliás, por que todos ficam comemorando tanto pela Argentina ter saído logo em seguida? Eu estava em um restaurante quando o jogo da Argentina acabou, e um velhinho disse “Bem feito, eles são muito metidos à besta!” e a velhinha que estava com ele completou “É, eles acham que o futebol deles é o melhor do mundo!” Jesus, vocês não conseguem se enxergar?! Eu sinceramente tive que me controlar para não mandar o casal pra um lugar um tanto quanto desagradável.

“Ah,” você pode dizer, “tenta ir pra Argentina então pra ver se você vai ser bem recebido.” Não, eu não vou. Provavelmente 90% dos brasileiros que entram na Argentina correm o risco de levar porrada. E sabe o que mais? Eu acho que a Argentina tem todo o direito de fazer isso, quando eles tem que aguentar um país vizinho que gosta de ficar esfregando os cinco títulos de Copa na cara de todo mundo, que não aceita nenhuma crítica de fora sobre o desempenho do próprio time, que é hipócrita ao ponto de passar a ignorar totalmente a Copa depois que sai (vai ver se os times africanos eliminados pararam de torcer), e que acha que precisa ressaltar a cada quatro anos que “o Brasil é o único país que participou de todas as Copas.” Foda-se.

Em outras novidades, comprei um Xbox 360, então a partir de agora vou ter mais oportunidades para análises de jogos, já que agora os games rodam direito, permitindo que eu acabe com mais deles mais rápido. Fiquem ligados.

Novidades da E3 2010, parte 2

Mais um jogo onde eu fiquei no trabalho. Aparentemente, o meu post anterior a respeito acabou dando a impressão de que eu sou fanático por futebol. Me deixe remediar a situação dizendo que eu acho futebol entediante, e acho o mesmo de quem só sabe falar de futebol. Eu só estou assistindo um mínimo de Copa porque… bem, eu preciso de assunto.

De qualquer forma, os seguidores do meu Twitter já devem saber que eu andei assistindo as conferências da E3 pela internet, então lá vão algumas outras novidades:

  • Star Wars: The Force Unleashed 2 – Eu não cheguei a jogar o primeiro, mas pelo que vi, se você gostou de Force Unleashed, você vai gostar deste, porque é basicamente mais do mesmo, só que com poderes ainda mais potentes, e agora com dois sabres de luz juntos! Weeee! E é claro, a história parece ser uma droga, pois como o Starkiller morria no fim do primeiro jogo (não é tanto um spoiler, afinal já vão lançar o segundo), resolveram inventar toda uma baboseira sobre o protagonista do segundo jogo ser um clone do Starkiller, o que me faz levantar a pergunta de porque os Jedi simplesmente não clonaram o Mestre Yoda mil vezes para estabelecer a ordem na Galáxia. Mas é claro que aí tudo acabaria virando uma competição estúpida entre Sith e Jedi para descobrir quem tinha mais dinheiro para se clonar mais vezes.
  • Fable 3 – Eu vou confessar uma coisa que não contei para meus amigos nesses últimos 5 anos: Eu detesto Fable (eles amam). Eu acho entediante, o jogo não me dá nenhuma motivação, e eu eu fiquei tão cheio dele que parei na metade. Eu não joguei Fable 2 e pretendo nunca jogar, mas ter um pré-conceito a respeito dele não é uma coisa tão errada, quando eu sei como era o primeiro, e sei que o Peter Molyneux (produtor do jogo) é um idiota que fica prometendo um monte de coisas para o jogo, sem noção de tempo e recursos, e não sabe quando calar a boca. Para o primeiro game, ele prometeu coisas como vegetação crescendo de acordo com os anos do jogo, e NPCs competindo com você em todas as missões, tentando completá-las primeiro. Para o Fable 2, ele resolveu ficar um pouco mais quieto, mas uma coisa interessante foi ver como ele criticava as pessoas que resolviam ser más no game, achando que isso queria dizer que elas tinham um mau-caráter na vida real. O problema do Peter é que ele simplesmente joga um monte de personagens do game na nossa frente e espera que nós instantaneamente nos importemos com eles, sem nos dar nenhuma razão ou construção de personagem decente para isso. Então não Peter, não é por mau-caráter, é só porque você é uma droga no seu trabalho. De qualquer forma, ele disse que o Fable 3 terá a habilidade de importar os saves dos Fables 1 e 2, fazendo com que as escolhas dos games anteriores tenham repercussões neste (e eu duvido que essas repercussões sejam maiores do que os personagens usarem chapéus diferentes), e que o jogador virará um rei e precisará administrar o mundo do jogo, em um sistema que eu tenho certeza que será tão simplista e água-com-açúcar quanto o de Spore.
  • Assassin’s Creed: Brotherhood – Eu me enganei, o jogo é basicamente singleplayer, e continua a história de Ezio a partir do ponto onde Assassin’s Creed 2 parou, mas sem a parte do Desmond no futuro (graças a Deus). Mas, ao que parece haverão missões, ou uma outra campanha secundária, onde se pode ser multiplayer. Hurra!
  • Portal 2 – … EU QUERO! EU QUERO! EU QUERO! Bem, esperemos que, assim como Half-Life 2: Episode 3, a Valve realmente lance os jogos no ano que vem, em vez de segurá-los por mais um século.

Também vi uns vídeos a mais do Kinect, que pretendo postar aqui depois. Aí vai um breve resumo: Meh.

Novidades da E3 2010, Parte 1

Vamos aproveitar o tempo livre mais um pouco. A E3 2010 está para começar, então aí vão algumas das coisas que já foram pré-anunciadas:

  • Kinect (antigo Project Natal da Microsoft) – Eu admito que a idéia do Project Natal parece um tanto quanto revolucionária – eu já dediquei um post sobre ele no passado, que eu tenho preguiça demais para procurar, então vá você procurar, vagabundo – mas estou com um pé atrás em relação a ele. Para começar, as pessoas jogam videogames para relaxar, e ninguém relaxa pulando feito louco na frente da TV como se tivesse um caranguejo vivo na cueca. Além disso, a idéia é válida para jogos de corrida ou luta no estilo Punch-Out, mas uma pergunta que eu quero fazer há muito tempo aparece: o que você faz nos jogos em que o personagem precisa, sabe, andar? Quer dizer, em um jogo os personagens podem precisar andar uma distância equivalente à entre a Terra e a Lua, como exatamente o jogador vai conseguir fazer isso dentro de uma salinha apertada? Fazendo um Mo0nwalk? Ok, talvez isso possa ser resolvido colocando algo equivalente a uma esteira de ginástica, mas eu pensei que a idéia original do projeto era não precisar de nenhum controle intermediário. E além disso, supondo que você use a esteira, como vai fazer para andar em algo além de uma linha reta? Como virar para a direita e para a esquerda? Eu imagino que a resposta virá em breve e vai me fazer parecer um bobão sem criatividade, mas se não vier, vocês depois podem voltar neste blog e me idolatrar pelos meus poderes psíquicos.
  • Zelda: Skyward Sword – Zelda, Mario e Metroid são os queridinhos da Nintendo, não é mesmo? Eles não podem perder a chance de refazer o mesmo game de novo e de novo, especialmente no caso do Zelda – pois Zelda é um único jogo, com apenas uma ou duas alterações menores. Raios, até o Mario tem mais inovações a cada jogo, mesmo sendo que a história é sempre “Bowser pegou princesa, tchá tchá, pegue ela e bata nele, tchú tchú”. De qualquer forma, o jogo vai usar o Wii Motion Plus, o que vai permitir controles precisos para a espada, mas eu acho que a Nintendo vai precisar entender em algum momento que sem feedback físico, sensores de movimento tiram a imersão do jogo! Um ponto que aliás eu também devia mencionar para o Kinect. Esqueçam essa baboseira de sensor de movimento e comecem a trabalhar em desenvolvimento de cyberespaço, é lá que está o verdadeiro mercado consumidor!
  • Epic Mickey – Certo, então é um jogo do Mickey Mouse, mas com um ar sombrio e completamente longe da aparência adorável a que estamos acostumados.  Pra falar a verdade eu acho que soa o máximo. Mas eu estou desconfiando que não vai ser muito bom na prática, porque eu duvido que a Disney esteja financiando a completa destruição da imagem do seu personagem mais icônico. Se eles realmente fizerem isso, e o jogo for bom, eu tirarei meu chapéu.
  • Assassin’s Creed: Brotherhood – Um jogo de Assassin’s Creed multiplayer. Parece muito agradável, e uma idéia bem interessante. Mas Ubisoft, vocês não deveriam estar trabalhando em Assassin’s Creed 3? Quer dizer, vocês deixaram aquele final  em Assassin’s Creed 2 mais aberto do que o meu tímpano depois de ouvir uma corneta de vuvuzela (o Brasil acabou de fazer um gol, a propósito), vocês não acham que os fãs querem, sabe, descobrir o que acontece depois? Mas eu juro que se o Assassin’s Creed 3 resolver tirar o foco de História Antiga e passar a se focar exclusivamente no Desmond Miles eu vou me enforcar na maçaneta da porta.
  • Half-Life 2: Episode 3 – Não, não se empolgue, eu não estou escrevendo isso porque o jogo foi anunciado. Existem boatos de que ele será, mas ainda não foi confirmado. Mas seja como for, vocês não deviam ter lançado esse game há quase dois anos, Valve? A idéia de lançar um jogo em episódios é que você lança jogos mais curtos, em intervalos menores de tempo. Mas a Valve parece só atender ao primeiro requisito. Eu entendo que o sistema de design deles leva mais tempo porque eles se preocupam mais com a qualidade dos games (aliás eu nunca joguei um game da Valve que eu não tenha amado), mas vocês estão lançando vários outros games nesse meio tempo (como Left 4 Dead 1 e 2), sem se preocupar com o que o povo realmente quer! Eu me sinto como se estivesse em um show de rock e a banda não estivesse a fim de tocar, então os organizadores do evento estão desesperadamente tentando nos distrair com vídeos antigos da banda, enquanto garçonetes andam pela platéia distribuindo sanduíches de graça. E eu queria saber de onde eu tirei essa metáfora.

Mais um gol para o Brasil, aliás. Vamos ver se eu consigo encontrar algum coreano para zombar mais tarde.

Aliás, eu acabei de perceber que esse é o meu centésimo post. Parabéns para mim, eu acho.

Vuvuzelando a Coréia do Norte

Jogo da Copa, yay! Tenho que ficar trabalhando enquanto quase todos os outros foram pra casa, boo!

Eu suponho, em retrospecto, que eu devia ter previsto que não ia ser tão ruim assim. Eu não estou trabalhando em dobro. Aliás, acho que nem pela metade. Porque apesar dos meus colegas terem ido embora assistir o jogo, eu tenho que me lembrar que quase todo mundo também está assistindo, ocupado demais para ligar reclamando da internet. Na verdade, acho que hoje está ainda mais calmo do que nos fins de semana e feriados – sim, eu trabalho em alguns fins de semana e feriados, mas eu já não tinha vida social antes disso mesmo, então não faz diferença.

Já que eu tenho tempo livre, e enquanto eu tento reunir força de vontade pra terminar de escrever a análise de Príncipe da Pérsia, me deixe comentar uma coisa. Quem foi o bastardo que inventou a vuvuzela? Eu ODEIO o som dessa porcaria. Eu juro que vou enfiar essa merda pela garganta abaixo do próximo idiota que assoprar uma perto do meu ouvido. E só de imaginar como é estar na África do Sul, ouvindo trinta mil delas ao mesmo tempo, eu sinto um desejo súbito de correr a toda velocidade contra uma parede.

Aliás, me expliquem por que decidiram fazer a bola dessa Copa (a tal de Jabulani) mais leve do que o normal. Quem foi o imbecil que pensou nisso? A bola teve aquele peso por anos, acho que até décadas, e de repente vocês querem chamar todos aqueles jogadores experientes de retardados e mandar que eles aprendam praticamente tudo do zero? Eu digo isso porque metade da meia dúzia de pessoas que está aqui no trabalho está vendo o jogo, e eu já ouvi elas justificarem umas cinco vezes o erro de um lance com a frase “é porque a bola é muito leve”. Viu, não é preciso um maldito cientista para ver isso, Fifa, já está sendo apontado por habitantes de uma cidade de fim de mundo que fica do lado de outra cidade de fim de mundo lar de romeiros babacas.

Aliás, já que estou falando do jogo que está acontecendo agora, me expliquem qual é a graça de ganhar um jogo de futebol contra a Coréia do Norte, quando não tem nenhum torcedor da Coréia do Norte para tirar sarro. Um time de um país que vive em Ditadura, e que tem um atacante que é também violinista, não pode ser nada além de uma piada. Sim, eu admito que jogadores cultos são um achado, mas eles não são jogadores cultos, são cidadãos cultos que por acaso foram chamados para jogar, sem preparação, e eu tenho a forte impressão que se o Brasil fizer a besteira de perder esse jogo eu vou me sentir bem idiota.

Ok, de volta ao trabalho.

Feliz dia da Toalha, do Orgulho Nerd, e da Análise de Time, Gentlemen, Please!

Hoje é um dia de orgulho para qualquer um que se denomeie nerd, geek ou simplesmente excêntrico. É o Dia do Orgulho Nerd, que começou a ser comemorado em 2006 e acontece nessa data por causa de ter sido o dia da premiére do primeiro Star Wars, e o Dia da Toalha, comemorado desde 2001 em homenagem ao falecido Douglas Adams.

E portanto, para comemorar a ocasião, uma análise nova: Time, Gentlemen, Please! (note que eu disse nova, mas não disse que o game é necessariamente bom).

Ok, ok, eu já tinha agendado lançar a análise de qualquer forma, independentemente da data. Só coincidiu.

Isso é tudo.

Sério, você pode parar de ler agora, eu não tenho mais nada pra dizer.

Ah, saco, ok, ok.

Um colonizador português encontrou um índio e disse:
-8π.
O índio não respondeu, então ele disse:
-18π.

Pronto. Eu vou pra cama.

A Importância do Twitter

É interessante como a idéia de ócio criativo é muito relativa. Eu passei 4 meses sem fazer absolutamente nada depois de terminar o Ensino Médio, e ainda assim curiosamente essa foi a época em que eu menos escrevi no blog. Mas por outro lado, toda vez agora que eu tenho um período de intervalo no meu trabalho, eu começop a escrever um rascunho de post novo no bloco de notas. Chega quase a ser irônico, porque isso significa que para eu ter um ócio criativo ele precisa estar no meio de uma jornada de trabalho cansativa. Ócio ininterrupto não é criativo, é vadiagem.

Tendo dito isso, deixe-me explicar melhor como minha vida está, para preparar o plano de fundo para o argumento. Basicamente, eu trabalho no Serviço de Atendimento ao Cliente de uma provedora de internet local. Sabe quando a sua internet cai, você liga para a operadora, e é atendido por um daqueles caras que você tem vontade de encher de porrada? Então, um deles sou eu. Prazer.

É interessante como você começa a ter uma visão mais ampla de uma situação quando você tem a chance de participar dos dois lados. Basicamente, toda a raiva que eu tinha dos caras de Serviço de Atendimento da minha companhia telefônica, do meu provedor de internet (que não é o mesmo para o qual eu trabalho) e semelhantes, simplesmente evaporaram. Sabe por quê? Porque eu agora também sei quais são as regras que eles seguem, sei como funciona o sistema por dentro, o que significa que eu tenho mais conhecimento da imagem completa. Sim, soa um pouco como se eu fosse facilmente manipulável, mas acredite, você só pensa isso porque não passou pela mesma experiância. Eu te desafio a trabalhar como balconista de lanchonete durante alguns meses e depois ousar xingar o cara que pôs por engano 2 colheres a mais de açúcar no seu café do que você pediu.

Mas mudando de assunto, eu estava querendo há algum tempo falar sobre o que eu realmente acho sobre o Twitter. Veja bem, eu tenho um Twitter, e uso regularmente. Posso não ser tarado como alguns dos meus amigos, que acham que devem colocar cada leve pensamento no site, resultando em 100 twittadas por dia. Mas ainda assim eu tento não passar mais de 4 ou 5 dias sem escrever alguma coisa lá, mesmo que seja algo totalmente inútil. Mas esse é exatamente o problema. O Twitter é popular, mas praticamente tudo que é publicado nele é totalmente inútil. Ou você vai me dizer que você nunca se interessou em saber a que horas o Marcelo Tas ia almoçar, a Grazi Massafera ia fazer compras, o Jô Soares ia largar um barro? (para sua própria sanidade mental, não tente visualizar esta cena)

E quem já tentou levar o Twitter a sério sabe que ele não foi criado para isso. A idéia do Twitter era basicamente ser a nova ferramente de divulgação de informações. Quando aquele avião caiu no meio do Rio Hudson, as pessoas que acessavam o Twitter ficaram sabendo disso antes mesmo que os redatores de telejornais e programas de rádio pudessem se mexer. A idéia do Twitter era que não existe melhor meio de comunicação do que o povo. E você pode ver que algumas pessoas ainda tentam fazer isso, como escritores divulgando seus novos livros, jornais dando manchetes de reportagens importantes (com o link em seguida, porque não dá pra receber muita informação de um acordo político ou um julgamento de assassinato ou um lagarto carnívoro gigante saindo do mar em apenas 140 caracteres) e políticos fazendo propaganda de suas campanhas, um item que eu realmente dispenso.

Mas comparem esse pequeno grupo com a quantia massiva de pessoas que só querem se exibir e seguir outras pessoas exibidas, e você verá que o propósito original do Twitter já sumiu completamente. Hoje em dia, o que nós queremos não é mais descobrir o que está acontecendo de relevante ao redor do mundo. Não senhor, o que nós queremos é apenas chegar ao número X de seguidores, ou então ter a satisfação de ver a pergunta que mandamos para uma celebridade ser respondida diretamente por essa celebridade, em vez de apenas por uma secretária contratada para fingir que sabe detalhes da vida pessoal e profissional desses caras (ou dessas caras, uma expressão que eu sempre achei que devia ser válida, embora “cara” seja um substantivo masculino).

É claro que, sendo um bom hipócrita, eu escrevo muitas inutilidades no Twitter, sigo meus ídolos, e vivo mandando mensagens para eles e esperando ansiosamente pela resposta. Mas ainda assim, eu costumo twittar sobre as atualizações no meu blog, sobre notícias legais que achei na internet, e sobre novidades no mundo dos games, que afinal é uma área da qual eu gosto de falar bastante. Então, sem querer parecer convencido, um bom perfil do Twitter é aquele que consegue balancear fatos relevantes com coisas do dia-a-dia, interessando assim tanto os fofoqueiros quanto aqueles que gostam de estar sempre informados.

Então, se você tem uma conta no Twitter, meu caro, contribua. Coloque coisas legais de se saber, novidades da sua cidade, coisas que até quem não te conhece goste de ler, mesmo que você não seja famoso. Ou simplesmente volte a escrever “OOOOOOIIIIIIIIEEEEEEEE GENTEEEEEEE, ACORDEI!!! Como vcs tão?? Ontem eu tive uma #Ressaca_Monstro KKKKKKKLOLROFLMAOOMG”. Eu queria realmente me lembrar quem era a celebridade que tinha twittado “Acordei. 90% dos meus seguidores acabaram de pensar ‘Foda-se'”.

Prazos, Trailers Forçados e Outras Coisas

Se você costuma acessar este blog com frequência, já deve saber que prazos não são algo com que eu me relacione bem (comentários sobre eu ainda não ter escrito como foi minha viagem para o Prêmio Escola Voluntária podem muito bem ir se danar, eu estou há meses perseguindo a desgraçada que fugiu com as fotos do evento, e se ela estiver lendo isto que fique claro que eu digo “desgraçada” só pelo humor, porque eu não acho realmente isso, e adoraria conversar amigavelmente, e aproveitar a chance para deixá-la inconsciente, pegar as malditas fotos e sair correndo). Eu costumo começar a escrever uma análise ou um post semanas antes de publicá-lo, porque no meio do processo de escrita eu resolvo procurar material na internet para construir melhor meu comentário, e acabo ficando perdido do mar de informações completamente irrelevantes, mas que são tão legais de se ler que não consigo parar (muito obrigado, TV Tropes).

E por isso, em vez de estudar e fazer redações atrasadas. eu estou aqui, preso na internet de novo, como um daqueles personagens do Farenheit, que era totalmente hipnotizado pela televisão e não conseguia entender que existiam outras coisas a se fazer na vida, como ler bons livros. Só que o problema é que eu também posso ler livros NA internet, o que ferra ainda mais o sistema.

Mas o caso é que eu estou navegando na web enquanto ouço à trilha sonora do Kdabra, e realmente acho que seria interessante falar a respeito do assunto. Se você não sabe, Kdabra é o nome de uma nova série de TV da Fox que tem como protagonista o ator que fazia o Diego no Rebelde (um homônimo do qual eu não tenho absolutamente nenhum orgulho). Mas, se você tem uma TV a cabo, com certeza já sabia disso, porque o que eu quero comentar aqui é como a TV a cabo é praticamente tarada na questão de fazer propaganda de novas séries (não, eu não vou comentar sobre como a série com certeza é podre, porque se você é brasileiro e tem um cérebro totalmente funcional, você sabe que qualquer produção televisiva latino-americana que não seja um telejornal e/ou não seja da TV Cultura e/ou não tenha o Marcelo Tas é obrigatoriamente pútrida). Eu não estou exagerando, o programa só vai estrear nesta semana, mas os trailers já estão passando há mais de 5 meses. Leia o resto deste post

Harrison Krix e Outros Autores de Réplicas

Harrison Krix. No dia em que eu for rico e famoso (eu vou ser, pensamento positivo é importante) eu preciso contatar esse cara pra algumas encomendas particulares. Quem é ele, você pergunta? Ah, ninguém em especial, eu respondo brincando, só um escultor genial que já fez grandes obras baseadas em objetos e personagens de video-games.

Eu simplesmente achei que um portfólio tão perfeito, ainda que pequeno, merecia uma menção aqui no blog. Então, vamos nessa, começando direto pelo que eu considero a melhor obra dele, uma roupa de Big Daddy (do Bioshock), que tem até mesmo uma broca funcional! Leia o resto deste post

Feliz Ano do Tigre!

Hoje, 14 de fevereiro de 2010, começa o Ano do Tigre no calendário chinês, que irá até 02 de fevereiro de 2011. Segundo o Horóscopo Chinês, um Ano do Tigre é um ano de novidades, surpresas e mudanças repentinas, onde coisas importantes acontecem subitamente e têm consequências de longo prazo. Um ano de muita atividade e grandes oportunidades, onde as pessoas precisarão se adaptar a um ritmo de acontecimentos bem mais veloz, com muito potencial. Supostamente, também é possível que um Ano do Tigre seja uma época de muitos conflitos ao redor do mundo (não que isso seja novidade, atualmente guerras acontecem quase bimestralmente no mundo, mesmo que em pequena escala).

Também é dito que diplomacia é algo fortemente aplicado em um Ano do Tigre. A política supostamente será limpa, impeachments e renúncias serão comuns. Mal posso esperar pra ver como vai ser a eleição desse ano (ainda mais porque será a primeira em que irei votar).

Pra quem ainda está preocupado com a crise, é esperado um ano de inovações econômicas, especialmente em tecnologia. Várias invenções importantes surgiram em Anos do Tigre. A medicina e a saúde também devem progredir muito.

Então, resumidamente, um feliz Ano do Tigre para todos, que possamos prosperar muito, e tornar o mundo um lugar melhor.

Agora, terminada a parte séria, vamos a um vídeo. Eu sei que não tem absolutamente nada a ver com o assunto (bem, talvez um pouco), mas assim que eu ouvi falar em Ano do Tigre, foi a primeira coisa da qual me lembrei. Substitua “eye” (olho) por “year” (ano) e praticamente fica tudo ótimo:

It’s the yeeeear… of the tiger…

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