Arquivo mensal: junho 2010

Novidades da E3 2010, parte 2

Mais um jogo onde eu fiquei no trabalho. Aparentemente, o meu post anterior a respeito acabou dando a impressão de que eu sou fanático por futebol. Me deixe remediar a situação dizendo que eu acho futebol entediante, e acho o mesmo de quem só sabe falar de futebol. Eu só estou assistindo um mínimo de Copa porque… bem, eu preciso de assunto.

De qualquer forma, os seguidores do meu Twitter já devem saber que eu andei assistindo as conferências da E3 pela internet, então lá vão algumas outras novidades:

  • Star Wars: The Force Unleashed 2 – Eu não cheguei a jogar o primeiro, mas pelo que vi, se você gostou de Force Unleashed, você vai gostar deste, porque é basicamente mais do mesmo, só que com poderes ainda mais potentes, e agora com dois sabres de luz juntos! Weeee! E é claro, a história parece ser uma droga, pois como o Starkiller morria no fim do primeiro jogo (não é tanto um spoiler, afinal já vão lançar o segundo), resolveram inventar toda uma baboseira sobre o protagonista do segundo jogo ser um clone do Starkiller, o que me faz levantar a pergunta de porque os Jedi simplesmente não clonaram o Mestre Yoda mil vezes para estabelecer a ordem na Galáxia. Mas é claro que aí tudo acabaria virando uma competição estúpida entre Sith e Jedi para descobrir quem tinha mais dinheiro para se clonar mais vezes.
  • Fable 3 – Eu vou confessar uma coisa que não contei para meus amigos nesses últimos 5 anos: Eu detesto Fable (eles amam). Eu acho entediante, o jogo não me dá nenhuma motivação, e eu eu fiquei tão cheio dele que parei na metade. Eu não joguei Fable 2 e pretendo nunca jogar, mas ter um pré-conceito a respeito dele não é uma coisa tão errada, quando eu sei como era o primeiro, e sei que o Peter Molyneux (produtor do jogo) é um idiota que fica prometendo um monte de coisas para o jogo, sem noção de tempo e recursos, e não sabe quando calar a boca. Para o primeiro game, ele prometeu coisas como vegetação crescendo de acordo com os anos do jogo, e NPCs competindo com você em todas as missões, tentando completá-las primeiro. Para o Fable 2, ele resolveu ficar um pouco mais quieto, mas uma coisa interessante foi ver como ele criticava as pessoas que resolviam ser más no game, achando que isso queria dizer que elas tinham um mau-caráter na vida real. O problema do Peter é que ele simplesmente joga um monte de personagens do game na nossa frente e espera que nós instantaneamente nos importemos com eles, sem nos dar nenhuma razão ou construção de personagem decente para isso. Então não Peter, não é por mau-caráter, é só porque você é uma droga no seu trabalho. De qualquer forma, ele disse que o Fable 3 terá a habilidade de importar os saves dos Fables 1 e 2, fazendo com que as escolhas dos games anteriores tenham repercussões neste (e eu duvido que essas repercussões sejam maiores do que os personagens usarem chapéus diferentes), e que o jogador virará um rei e precisará administrar o mundo do jogo, em um sistema que eu tenho certeza que será tão simplista e água-com-açúcar quanto o de Spore.
  • Assassin’s Creed: Brotherhood – Eu me enganei, o jogo é basicamente singleplayer, e continua a história de Ezio a partir do ponto onde Assassin’s Creed 2 parou, mas sem a parte do Desmond no futuro (graças a Deus). Mas, ao que parece haverão missões, ou uma outra campanha secundária, onde se pode ser multiplayer. Hurra!
  • Portal 2 – … EU QUERO! EU QUERO! EU QUERO! Bem, esperemos que, assim como Half-Life 2: Episode 3, a Valve realmente lance os jogos no ano que vem, em vez de segurá-los por mais um século.

Também vi uns vídeos a mais do Kinect, que pretendo postar aqui depois. Aí vai um breve resumo: Meh.

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Nova Análise, e Novo Clipe do Ozzy

Bem, oi pra vocês. O computador do trabalho passou a bloquear a página de administrador do meu blog por alguma razão. Foi mal pela falta de Playlist.

Para compensar, aí vai o novo clipe daquela música do Ozzy Osbourne que eu tinha falado. É… bizarro. Muito bizarro.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

E além disso, tenho finalmente uma análise nova: a de Principe da Pér… ops, digo, Esquadrão Classe A. Você pode ler clicando nestas palavras.

Sim, a de Príncipe da Pérsia ainda não saiu. Não, eu não sei quando vai sair. O computador que tinha ela salva ainda está fora do meu alcance. Além disso, tenho provas esse fim de semana. Oh bem, não preciso ficar deprimido, ao menos eu tenho a minha saúde ATCHOO COFF sniff ah, merda.

Novidades da E3 2010, Parte 1

Vamos aproveitar o tempo livre mais um pouco. A E3 2010 está para começar, então aí vão algumas das coisas que já foram pré-anunciadas:

  • Kinect (antigo Project Natal da Microsoft) – Eu admito que a idéia do Project Natal parece um tanto quanto revolucionária – eu já dediquei um post sobre ele no passado, que eu tenho preguiça demais para procurar, então vá você procurar, vagabundo – mas estou com um pé atrás em relação a ele. Para começar, as pessoas jogam videogames para relaxar, e ninguém relaxa pulando feito louco na frente da TV como se tivesse um caranguejo vivo na cueca. Além disso, a idéia é válida para jogos de corrida ou luta no estilo Punch-Out, mas uma pergunta que eu quero fazer há muito tempo aparece: o que você faz nos jogos em que o personagem precisa, sabe, andar? Quer dizer, em um jogo os personagens podem precisar andar uma distância equivalente à entre a Terra e a Lua, como exatamente o jogador vai conseguir fazer isso dentro de uma salinha apertada? Fazendo um Mo0nwalk? Ok, talvez isso possa ser resolvido colocando algo equivalente a uma esteira de ginástica, mas eu pensei que a idéia original do projeto era não precisar de nenhum controle intermediário. E além disso, supondo que você use a esteira, como vai fazer para andar em algo além de uma linha reta? Como virar para a direita e para a esquerda? Eu imagino que a resposta virá em breve e vai me fazer parecer um bobão sem criatividade, mas se não vier, vocês depois podem voltar neste blog e me idolatrar pelos meus poderes psíquicos.
  • Zelda: Skyward Sword – Zelda, Mario e Metroid são os queridinhos da Nintendo, não é mesmo? Eles não podem perder a chance de refazer o mesmo game de novo e de novo, especialmente no caso do Zelda – pois Zelda é um único jogo, com apenas uma ou duas alterações menores. Raios, até o Mario tem mais inovações a cada jogo, mesmo sendo que a história é sempre “Bowser pegou princesa, tchá tchá, pegue ela e bata nele, tchú tchú”. De qualquer forma, o jogo vai usar o Wii Motion Plus, o que vai permitir controles precisos para a espada, mas eu acho que a Nintendo vai precisar entender em algum momento que sem feedback físico, sensores de movimento tiram a imersão do jogo! Um ponto que aliás eu também devia mencionar para o Kinect. Esqueçam essa baboseira de sensor de movimento e comecem a trabalhar em desenvolvimento de cyberespaço, é lá que está o verdadeiro mercado consumidor!
  • Epic Mickey – Certo, então é um jogo do Mickey Mouse, mas com um ar sombrio e completamente longe da aparência adorável a que estamos acostumados.  Pra falar a verdade eu acho que soa o máximo. Mas eu estou desconfiando que não vai ser muito bom na prática, porque eu duvido que a Disney esteja financiando a completa destruição da imagem do seu personagem mais icônico. Se eles realmente fizerem isso, e o jogo for bom, eu tirarei meu chapéu.
  • Assassin’s Creed: Brotherhood – Um jogo de Assassin’s Creed multiplayer. Parece muito agradável, e uma idéia bem interessante. Mas Ubisoft, vocês não deveriam estar trabalhando em Assassin’s Creed 3? Quer dizer, vocês deixaram aquele final  em Assassin’s Creed 2 mais aberto do que o meu tímpano depois de ouvir uma corneta de vuvuzela (o Brasil acabou de fazer um gol, a propósito), vocês não acham que os fãs querem, sabe, descobrir o que acontece depois? Mas eu juro que se o Assassin’s Creed 3 resolver tirar o foco de História Antiga e passar a se focar exclusivamente no Desmond Miles eu vou me enforcar na maçaneta da porta.
  • Half-Life 2: Episode 3 – Não, não se empolgue, eu não estou escrevendo isso porque o jogo foi anunciado. Existem boatos de que ele será, mas ainda não foi confirmado. Mas seja como for, vocês não deviam ter lançado esse game há quase dois anos, Valve? A idéia de lançar um jogo em episódios é que você lança jogos mais curtos, em intervalos menores de tempo. Mas a Valve parece só atender ao primeiro requisito. Eu entendo que o sistema de design deles leva mais tempo porque eles se preocupam mais com a qualidade dos games (aliás eu nunca joguei um game da Valve que eu não tenha amado), mas vocês estão lançando vários outros games nesse meio tempo (como Left 4 Dead 1 e 2), sem se preocupar com o que o povo realmente quer! Eu me sinto como se estivesse em um show de rock e a banda não estivesse a fim de tocar, então os organizadores do evento estão desesperadamente tentando nos distrair com vídeos antigos da banda, enquanto garçonetes andam pela platéia distribuindo sanduíches de graça. E eu queria saber de onde eu tirei essa metáfora.

Mais um gol para o Brasil, aliás. Vamos ver se eu consigo encontrar algum coreano para zombar mais tarde.

Aliás, eu acabei de perceber que esse é o meu centésimo post. Parabéns para mim, eu acho.

Vuvuzelando a Coréia do Norte

Jogo da Copa, yay! Tenho que ficar trabalhando enquanto quase todos os outros foram pra casa, boo!

Eu suponho, em retrospecto, que eu devia ter previsto que não ia ser tão ruim assim. Eu não estou trabalhando em dobro. Aliás, acho que nem pela metade. Porque apesar dos meus colegas terem ido embora assistir o jogo, eu tenho que me lembrar que quase todo mundo também está assistindo, ocupado demais para ligar reclamando da internet. Na verdade, acho que hoje está ainda mais calmo do que nos fins de semana e feriados – sim, eu trabalho em alguns fins de semana e feriados, mas eu já não tinha vida social antes disso mesmo, então não faz diferença.

Já que eu tenho tempo livre, e enquanto eu tento reunir força de vontade pra terminar de escrever a análise de Príncipe da Pérsia, me deixe comentar uma coisa. Quem foi o bastardo que inventou a vuvuzela? Eu ODEIO o som dessa porcaria. Eu juro que vou enfiar essa merda pela garganta abaixo do próximo idiota que assoprar uma perto do meu ouvido. E só de imaginar como é estar na África do Sul, ouvindo trinta mil delas ao mesmo tempo, eu sinto um desejo súbito de correr a toda velocidade contra uma parede.

Aliás, me expliquem por que decidiram fazer a bola dessa Copa (a tal de Jabulani) mais leve do que o normal. Quem foi o imbecil que pensou nisso? A bola teve aquele peso por anos, acho que até décadas, e de repente vocês querem chamar todos aqueles jogadores experientes de retardados e mandar que eles aprendam praticamente tudo do zero? Eu digo isso porque metade da meia dúzia de pessoas que está aqui no trabalho está vendo o jogo, e eu já ouvi elas justificarem umas cinco vezes o erro de um lance com a frase “é porque a bola é muito leve”. Viu, não é preciso um maldito cientista para ver isso, Fifa, já está sendo apontado por habitantes de uma cidade de fim de mundo que fica do lado de outra cidade de fim de mundo lar de romeiros babacas.

Aliás, já que estou falando do jogo que está acontecendo agora, me expliquem qual é a graça de ganhar um jogo de futebol contra a Coréia do Norte, quando não tem nenhum torcedor da Coréia do Norte para tirar sarro. Um time de um país que vive em Ditadura, e que tem um atacante que é também violinista, não pode ser nada além de uma piada. Sim, eu admito que jogadores cultos são um achado, mas eles não são jogadores cultos, são cidadãos cultos que por acaso foram chamados para jogar, sem preparação, e eu tenho a forte impressão que se o Brasil fizer a besteira de perder esse jogo eu vou me sentir bem idiota.

Ok, de volta ao trabalho.

Quarta Playlist – Especial Ozzy Osbourne

Terminando de escrever a análise de Príncipe da Pérsia. Não vou publicar hoje. Talvez nem amanhã, porque metade do pessoal do trabalho foi dispensado por causa do jogo da Copa e eu vou ter que trabalhar dobrado. Então, vamos à quarta Playlist!

O Ozzy Osbourne vai lançar um novo álbum nesse mês chamado “Scream”. Aí vai o primeiro Single:

Eu não recomendo que você ouça isso no seu mp3 quando estiver acompanhadoou em público. Toda vez que eu ouço essa música, eu tenho vontade de sair fazendo headbang, esteja onde estiver.

Não, não é por que eu fico com vontade que eu realmente faça isso. Leia o resto deste post

Terceira Playlist

Jesus, está frio aqui. Bem, de qualquer forma: quando o assunto é música, não dá pra errar com Beatles. Ou no caso, só com o George Harrison:

E que tal um pouco de Tenacious D, já que hoje eu estou em um estado de humor bizarro?

Sério, está muito frio aqui. Algum gênio deixou o ar condicionado ligado em junho.

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