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A Outra Lista: Top 11 Games de 2013

Agora que eu já ganhei a atenção do público com a minha lista de uma mídia que já é amplamente respeitada há anos, é hora de fazer a minha lista sobre uma mídia que os céticos precisam aprender a engolir o orgulho e admitir de uma vez por todas que tem tanto potencial para a arte quanto qualquer outra.

2013 não foi um ano muito bom para os jogos de grandes produtoras, mas assim como 2012, houve um boom na quantidade de jogos indies, o que é mais um indicativo para o meu argumento e um bom sinal de que o mercado está ficando mais variado, com pessoas que têm ideias diferentes e originais conseguindo o acesso às ferramentas para conseguir levar esses projetos para a frente, sem precisar de um orçamento de 300 milhões de dólares ou seja lá quanto for que custa cada Call of Duty. Leia o resto deste post

Filmes Inspirados em Jogos

Outro dia, eu estava navegando pela internet, quando me deparei com o trailer do filme que será lançado em breve, Prince of Persia: The Sands of Time. E eu me lembrei de todas as boas horas que passei com esse jogo, os momentos de diversão com batalhas bem feitas e desafios acrobáticos. Mas então uma pergunta me veio à mente: por que todos querem transformar jogos em filmes, e por que isso nunca dá certo?

Veja bem, se algo funciona como um jogo, isso quer dizer que funciona como uma mídia de entretenimento eletrônico de várias horas de duração. Isso é totalmente diferente de uma mídia não-interativa de em média duas horas de duração. Quando as pessoas adaptam um jogo para um filme, elas precisam condensar os acontecimentos do jogo para o filme, sem contar o fato de que todas as cenas de batalhas e acrobacias presentes, por exemplo, no Prince of Persia, são sim muito interessantes, mas se fossem repetidas à exaustão em um filme, seriam algo extremamente cansativo, pois cairia logo na repetição. Em outras palavras, o que caracteriza o jogo não estará totalmente presente no filme. E geralmente esses filmes são feitos para os fãs dos jogos. Como esse fãs não vão ver nas telas aquilo que realmente marca o jogo, eles logo perdem o interesse. Esse padrão se repete em todos os jogos inspirados em filmes. Doom. Resident Evil. Tomb Raider (não importa se foi bem feito ou não, os fãs do jogo com certeza admitem que não lembrava tanto o jogo assim, e de qualquer forma a Lara Croft dificilmente pode virar uma personagem amável). E por aí vai.

Outro grande problema é a alteração da história. Acredite, o dia que eu encontrar um filme baseado em jogo que seja totalmente fiel à história original vai ser o dia em que eu vou começar a trabalhar como alvo vivo para atiradores de facas cegos. De qualquer forma, aí vai o trailer que eu vi. Tirem suas próprias conclusões: Leia o resto deste post

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