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Outros Acontecimentos Sobre Games em 2010

Muita gente me mandou e-mails, mensagens de MSN ou simplesmente falou na minha frente que eu deixei muito de lado na minha lista de melhores jogos de 2010. É verdade, o ano passado teve outros acontecimentos muito interessantes. Então para complementar o post anterior (e porque eu não pensei em nada melhor para escrever) aí vai mais uma lista. Dessa vez não só de melhores, mas também de piores, de coisas importantes, e de anúncios que deixaram todos os gamers animados.

Melhor Jogo de Corrida

Basicamente essa foi a categoria que me fez escrever outro post inteiro, então é a única que eu realmente quero debater. Me deixe dizer isso logo de cara: eu tenho um problema com jogos de corrida. Eu os adoro, mas sou horrível neles. Minha pouca habilidade com jogos de corrida só é eclipsada no quanto eu sou ruim em jogos de luta como Tekken e Street Fighter. Mas eu me esforço em conseguir progredir nos jogos de corrida, geralmente só parando depois de várias horas, que é quando começa a ficar repetitivo para mim. Mas o caso é: 2010 teve bons jogos de corrida?

Bem, sim e não. O gênero teve casos muito estranhos nesse ano que passou. Os três principais lançamentos foram Split/Second: Velocity da Disney Interactive Studios, Blur, e Need for Speed: Hot Pursuit (e Gran Turismo 5 se você tiver um PS3, mas eu não tenho como dar minha opinião nele).

Cada um deles tinha grandes idéias e potencial, balanceados por uma execução terrível. Split/Second combinava carros e explosões, algo que todo fã de ação sempre sonha. No entanto, ganhar nas corridas consiste mais em sorte do que habilidade, porque por mais que você tome a dianteira, nada garante que um dos inimigos não exploda um prédio na sua cara e te mande para último lugar quando você estava apenas a 10 metros da linha de chegada.

Blur era um pouco mais estilizado e visualmente bem interessante, mas possuía poderes para derrotar os outros carros, sofrendo do mesmo problema de Split/Second, algo que eu gosto de chamar de Síndrome de Mario Kart: poderes que podem aleijar totalmente o adversário e mudar totalmente o rumo da corrida em uma fração de segundo.

Need for Speed: Hot Pursuit também possuía poderes, mas eram bem balanceados e não chegavam a causar um grande problema. Além disso, a habilidade de jogar como o policial adicionou toda um novo estilo ao jogo. Tinha tudo para ser a minha escolha para o ano.

MAS!

Por acaso você já ouviu falar em “Rubber Band AI”?

Por exemplo: Você está jogando um game de futebol. Seu time está 5 gols na frente, tem 3 minutos faltando para o fim do jogo, e você está com a bola. Sua vitória é garantida, certo?

Nnnnão. Porque de repente o time adversário controlado pelo computador é duas vezes mais rápido que você, sabe para quem você vai passar a bola, para onde essa pessoa está correndo, e manda o time inteiro marcar esse cara. Ou então um jogador adversário consegue interceptar a bola no meio do ar e dá um chute do outro lado do campo, fazendo um gol que parece simplesmente um milagre. Isso se repete, e antes que você perceba você perdeu o que pensava ser uma vitória certa.

Por que isso acontece? Quanto mais você esticar um elástico,quanto mais ele puxa. É a mesma idéia aqui, e de onde vem o termo “Rubber Band AI” (Inteligência Artificial de Elástico). Basicamente, quanto melhor que você está em um jogo, o jogo se torna mais difícil, para continuar sendo um desafio. Isso não é evoluir a dificuldade de acordo com o seu progresso no jogo, isso é fazer com que o nível em que você está fique dez vezes mais difícil instantaneamente por nenhuma razão. Em outras palavras, o computador não ficou melhor, ele simplesmente trapaceou. Esse tipo de coisa é feita para tentar aumentar a dificuldade, mas é simplesmente irritante.

E isso acontece em NFS Hot Pursuit. Aliás, isso acontece em todo Need for Speed que eu me lembre. você pode estar cinco quilômetros à frente de todo mundo, correndo na velocidade máxima e usando nitro, para ver um adversário te ultrapassando com o dobro da sua velocidade. Que inferno.

Então todos os 3 jogos acabam sendo os melhores de 2010, porque nenhum realmente se destaca.

Leia o resto deste post

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Análise de Force Unleashed Publicada (Incluindo Conteúdo Extra)

Eu não vou nem falar sobre como o George Lucas não sabe quando é a hora de parar de pular para cima e para baixo no meio do estômago da franquia Star Wars, no desespero de arrancar mais alguma coisa que possa render dinheiro. Porque eu já falei isso na análise de Star Wars: The Force Unleashed – Ultimate Sith Edition (nome looongo) aqui.

Novidades da E3 2010, parte 2

Mais um jogo onde eu fiquei no trabalho. Aparentemente, o meu post anterior a respeito acabou dando a impressão de que eu sou fanático por futebol. Me deixe remediar a situação dizendo que eu acho futebol entediante, e acho o mesmo de quem só sabe falar de futebol. Eu só estou assistindo um mínimo de Copa porque… bem, eu preciso de assunto.

De qualquer forma, os seguidores do meu Twitter já devem saber que eu andei assistindo as conferências da E3 pela internet, então lá vão algumas outras novidades:

  • Star Wars: The Force Unleashed 2 – Eu não cheguei a jogar o primeiro, mas pelo que vi, se você gostou de Force Unleashed, você vai gostar deste, porque é basicamente mais do mesmo, só que com poderes ainda mais potentes, e agora com dois sabres de luz juntos! Weeee! E é claro, a história parece ser uma droga, pois como o Starkiller morria no fim do primeiro jogo (não é tanto um spoiler, afinal já vão lançar o segundo), resolveram inventar toda uma baboseira sobre o protagonista do segundo jogo ser um clone do Starkiller, o que me faz levantar a pergunta de porque os Jedi simplesmente não clonaram o Mestre Yoda mil vezes para estabelecer a ordem na Galáxia. Mas é claro que aí tudo acabaria virando uma competição estúpida entre Sith e Jedi para descobrir quem tinha mais dinheiro para se clonar mais vezes.
  • Fable 3 – Eu vou confessar uma coisa que não contei para meus amigos nesses últimos 5 anos: Eu detesto Fable (eles amam). Eu acho entediante, o jogo não me dá nenhuma motivação, e eu eu fiquei tão cheio dele que parei na metade. Eu não joguei Fable 2 e pretendo nunca jogar, mas ter um pré-conceito a respeito dele não é uma coisa tão errada, quando eu sei como era o primeiro, e sei que o Peter Molyneux (produtor do jogo) é um idiota que fica prometendo um monte de coisas para o jogo, sem noção de tempo e recursos, e não sabe quando calar a boca. Para o primeiro game, ele prometeu coisas como vegetação crescendo de acordo com os anos do jogo, e NPCs competindo com você em todas as missões, tentando completá-las primeiro. Para o Fable 2, ele resolveu ficar um pouco mais quieto, mas uma coisa interessante foi ver como ele criticava as pessoas que resolviam ser más no game, achando que isso queria dizer que elas tinham um mau-caráter na vida real. O problema do Peter é que ele simplesmente joga um monte de personagens do game na nossa frente e espera que nós instantaneamente nos importemos com eles, sem nos dar nenhuma razão ou construção de personagem decente para isso. Então não Peter, não é por mau-caráter, é só porque você é uma droga no seu trabalho. De qualquer forma, ele disse que o Fable 3 terá a habilidade de importar os saves dos Fables 1 e 2, fazendo com que as escolhas dos games anteriores tenham repercussões neste (e eu duvido que essas repercussões sejam maiores do que os personagens usarem chapéus diferentes), e que o jogador virará um rei e precisará administrar o mundo do jogo, em um sistema que eu tenho certeza que será tão simplista e água-com-açúcar quanto o de Spore.
  • Assassin’s Creed: Brotherhood – Eu me enganei, o jogo é basicamente singleplayer, e continua a história de Ezio a partir do ponto onde Assassin’s Creed 2 parou, mas sem a parte do Desmond no futuro (graças a Deus). Mas, ao que parece haverão missões, ou uma outra campanha secundária, onde se pode ser multiplayer. Hurra!
  • Portal 2 – … EU QUERO! EU QUERO! EU QUERO! Bem, esperemos que, assim como Half-Life 2: Episode 3, a Valve realmente lance os jogos no ano que vem, em vez de segurá-los por mais um século.

Também vi uns vídeos a mais do Kinect, que pretendo postar aqui depois. Aí vai um breve resumo: Meh.

Feliz dia da Toalha, do Orgulho Nerd, e da Análise de Time, Gentlemen, Please!

Hoje é um dia de orgulho para qualquer um que se denomeie nerd, geek ou simplesmente excêntrico. É o Dia do Orgulho Nerd, que começou a ser comemorado em 2006 e acontece nessa data por causa de ter sido o dia da premiére do primeiro Star Wars, e o Dia da Toalha, comemorado desde 2001 em homenagem ao falecido Douglas Adams.

E portanto, para comemorar a ocasião, uma análise nova: Time, Gentlemen, Please! (note que eu disse nova, mas não disse que o game é necessariamente bom).

Ok, ok, eu já tinha agendado lançar a análise de qualquer forma, independentemente da data. Só coincidiu.

Isso é tudo.

Sério, você pode parar de ler agora, eu não tenho mais nada pra dizer.

Ah, saco, ok, ok.

Um colonizador português encontrou um índio e disse:
-8π.
O índio não respondeu, então ele disse:
-18π.

Pronto. Eu vou pra cama.

Force Unleashed – Versão Para PC no Horizonte

Eu estava planejando fazer um post falando sobre a tecnologia desse jogo há meses, mas agora que li a notícia sobre o lançamento pra PC posso matar dois coelhos com uma cajadada só.

Bem, para quem não sabe, Star Wars: The Force Unleashed é um jogo que foi lançado para Xbox 360 e PS3 no ano passado, com uma história que se passa entre os Episódios III e IV, onde você é um aprendiz de Darth Vader que sabe controlar a Força como mais ninguém: Leia o resto deste post

“Feliz Ela Não Está.” – Yoda

Bem, esse provavelmente é o último post de Star Wars, porque eu não consigo me lembrar de mais nada interessante sobre o assunto no momento. Em compensação, foram adicionados um pequeno alien e um robô misterioso na imagem de cabeçalho do blog, em comemoração a essa mini-saga de posts. Então, vamos lá: 

A ex-garçonete do Hooters processou o restaurante onde ela trabalhava, dizendo que foi prometido a ela um novo Toyota como prêmio de um concurso de vendas de cerveja. Em vez disso, ela ganhou um brinquedo do Yoda (toy Yoda).
Feliz ela não está.

"Feliz ela não está."

Jodee Berry, 26, uma garçonete do Hooters em Panama City Beach, ganhou um concurso para ver quem poderia vender mais cerveja em abril. O empresário Jared Blair disse para as garçonetes que a competição era uma promoção regional, e que as 10 melhores garçonetes de cada restaurante seriam inseridas em um sorteio. A pessoa cujo nome fosse sorteado ganharia um “automóvel Toyota novo”, disse-lhes Blair. No início de maio, segundo Berry, Blair disse que ela tinha ganhado. “Eu não podia acreditar que, de todas as meninas que foram inscritas, fui a vencedora”, disse Berry.

Ela estava com os olhos vendados e a levaram até o estacionamento do restaurante. Quando a venda foi removida, Berry estava olhando não para um carro novo, mas um boneco do Yoda. Berry disse que olhou além do brinquedo de U$40,00, esperando para ver o carro novo virar da esquina. Blair, disse ela, estava dentro do restaurante, rindo. Mas ela não estava. “Uma empresa não pode tratar seus funcionários assim”, disse Berry. “Não é boa ética empresarial. Eles não podem fazer isso com as pessoas”.

Berry saiu do restaurante, uma semana depois. Ela processou a Gulf Coast Wings, proprietária do restaurante, alegando quebra de contrato e declaração falsa. Ela está buscando, a título de compensação, o custo de um novo Toyota – o carro.

Seu advogado, Stephen West, disse que estava também alegando estatutos de publicidade falsa. Ele disse que outras garçonetes confirmaram a história de Berry. Berry disse que Blair enganou as garçonetes deliberadamente durante a competição, contando aos empregados que não sabia que tipo de Toyota seria – se um carro, caminhão ou van. O processo afirma que ele também lhes disse que o vencedor seria o responsável pelo imposto sobre o automóvel novo. West disse que essas declarações podem derrotar qualquer argumento de defesa alegando que Berry entendeu mal Blair.

O restaurante tinha regularmente competições onde o pessoal da gestão entregava o prêmio prometido, disse Berry, que trabalhou na Hooters por aproximadamente um ano antes de sair. Stuart Houston, um porta-voz da empresa, disse que ainda não tinha sido notificado da ação judicial e que não iria comentar.

O Aprendiz de Sith

Finalmente, depois de meses lutando com o WordPress, eu descobri como postar vídeos que não sejam do Youtube ou do Google Video! Então, preparem-se, pois continuando com a nossa saga de vídeos sobre Star Wars, aí vai “O Aprendiz de Sith” (postado com o VodPod):

Infelizmente, eu não encontrei o vídeo legendado, então está em inglês sem legendas (a imagem engasga um pouco no meio, mas depois volta ao normal): Leia o resto deste post

Que a Força Esteja Com Vocês. Mesmo.

Sabe aqueles dias em que você tem uma penca de coisas pra fazer, mas resolve deixar tudo de lado pra poder postar no blog?

É, eu não. Não tenho compromissos pendentes mesmo.

Mas enfim, quem aí é fã de Star Wars? Porque eu tenho algo aqui que vai fazer suas calças caírem: um treinador Jedi!

I have a good feeling about this...

I have a good feeling about this...

A Força está em tudo que nos cerca. Ela flui ao redor e através de nós. Está entre nós e as árvores e rochas, em torno de nosso X-Wing afundado no pântano de Dagobah, passando por nossa carteira, formigando em nossas axilas, e correndo entre os nossos ouvidos. Você pode achar que eu estou brincando, mas a única maneira de orientar a Força fora de seu corpo é guiar a Força dentro de sua cabeça. Yoda me disse isso na vez em que eu fui comer guisado na casa dele. O cozido estava ok (se você gosta de lamber criaturas do pântano), mas o conselho foi inestimável.

Yoda agora está pronto (em formato eletrônico) para ajudar a te guiar através de 15 níveis de controle da mente. O Star Wars Force Trainer é um fantástico salto pra frente na tecnologia. O fone de ouvido na verdade mede suas ondas cerebrais – ondas cerebrais essas que você vai aprender a controlar. É sério, suas ondas cerebrais vão levantar a bola no dispositivo do Star Wars Force Trainer (bem, tecnicamente o ar vai levantar, mas a força de suas ondas cerebrais é que controla a potência do ar). Esse é um brinquedo que você vai comprar para o seu filho ou irmão mais novo, e depois levar para o seu próprio quarto e nunca mais devolver. O dono do presente pode chorar, mas você vai dominar a Força. E isso é tudo que importa. Com Yoda e Star Wars Force Trainer, você não vai falhar.

Mas Como Funciona?

É muito simples: dependendo da quantidade de Midichlorians que vocês têm em suas células, cada um de vocês possui habilidades diferentes para controlar suas ondas cerebrais. Usando tecnologia sensorial, o Force Trainer pode determinar as diferenças entre as ondas alfa, beta, gama e delta presentes em seu cérebro. Você pode controlar esses estados diferentes do cérebro, usando a sua capacidade de foco para se concentrar. Um micro-chip dentro do Force Trainer então usa um algoritmo para descobrir qual o estado em que seu cérebro se encontra e, em seguida, decide a forma de levantar ou abaixar a bola com base nesse estado. É como mágica, mas do tipo de uma galáxia muito, muito distante. Leia o resto deste post

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