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Uma Análise de Filme Nova! GASP!!!

Ok, eu nunca cheguei a explicar, então vocês provavelmente devem se perguntar por quê eu parei de escrever análises de filmes e passei a escrever só as de games. Bem, em primeiro lugar, eu nunca consigo escrever a análise sem ter que falar uma grande parte da história, e acabo inevitavelmente estragando surpresas. Em segundo lugar, enquanto ainda é possível escrever análises de games um ou dois anos depois deles saírem e ainda ser lido, quando você escreve uma análise de filme você é praticamente obrigado a publicar na semana de estréia, porque depois disso ninguém mais se interessa. E eu não sou bom em lidar com prazos.

Mas com Gigantes de Aço eu não tive muita escolha. Eu fui assistir o filme em uma pré-estréia duas semanas antes do lançamento nacional (pessoalmente eu estou surpreso que o cinema da minha cidade tenha feito isso, porque eu já disse que moro no cu do mundo) na véspera de um feriado, então eu tive tempo mais do que suficiente para escrever. E é praticamente impossível estragar surpresas desse filme (leia a análise antes de tirar conclusões baseadas nesse comentário).

Leia a análise aqui.

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Um Pesadelo Robótico

Gente, vou ter que adiar o post de vídeos do Monty Python, porque estou ocupado até o pescoço com trabalhos escolares, e também porque eu tive o pesadelo mais estranho da minha vida: eu sonhei que a minha amiga Mirelle era um andróide!

A história era mais ou menos assim: eu estava na casa da Mirelle (que eu tenho certeza que não era como eu imaginei, pois a casa parecia tão grande quanto um clube de campo), conversando com ela, e de repente ela começou a dar defeito. Então dois cientistas com cara de loucos entraram no quarto e disseram “Você não devia ter visto isso, mas agora acho que somos obrigados a contar a verdade”. E me explicaram que ela era um robô pré-programado para ser meu amigo.

Aí eu perguntei chorando se a Mirelle sempre tinha sido um robô, e se a nossa amizade nunca foi real. E eles disseram que a Mirelle verdadeira tinha morrido no segundo semestre de 2007, atingida por um meteoro (não me pergunte por quê), e a família pediu para eles acobertarem o caso, construindo o robô, ao mesmo tempo que eles pesquisavam um jeito de ressuscitá-la. Aí eu comecei a chorar ainda mais.

Mas eis que eles me apresentam o robô-Mirelle consertado, e com traços de personalidade modificados pra me agradar! Os cientistas filhos-da-mãe acharam que se me dessem um robô bacana, eu ia esquecer o fato de minha melhor amiga mulher ter morrido! E além do mais, o robô modificado só falava frases sem nexo, além de andar muito estranho, como se estivesse sendo puxado pelo quadril.

As partes mais interessantes são que: mesmo enquanto eu e a Mirelle estávamos conversando, eu já estava me sentindo mal, como se eu pudesse prever o que o sonho ia inventar a seguir; e o desgraçado do sonho se aproveitou de alguns pensamentos que eu já tive (como o de que a Mirelle mudou muito durante o segundo semestre de 2007) para me fazer acreditar na história.

Acordei absurdamente deprimido e com medo de que fosse tudo verdade (mas só durante alguns minutos, porque meu bom senso ainda estava dormind0).

É sério, se hoje durante alguma parte do dia a Mirelle agir estranho eu vou simplesmente sair correndo.

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