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NNNOOOOO!!! NNYAAAAAHHHH!!!

OK, antes de mais nada, lembra daquele post que eu fiz há algumas semanas falando sobre os caras do Extra Credits? Bem, eles arranjaram emprego no Penny Arcade TV, então a partir de agora você pode ver os vídeos deles aqui: http://www.penny-arcade.com/patv/show/extra-credits. E se você liga para videogames em qualquer plano de existência, você é praticamente obrigado a assistir isso.

Enfim.

Eu gosto de Star Wars. Eu gosto de tudo desde o barulho dos sabres de luz até o rosto sem expressão e ainda assim estranhamente intimidador do Darth Vader, passando pelos grunhidos do Chewbbaca e as frases sábias do Mestre Yoda. Sim senhor, a trilogia antiga do Star Wars é um clássico.

E aí veio aquele idiota do George Lucas e estragou tudo.

Não, eu não estou falando só da trilogia nova, eu admito sim que ela no geral é uma porcaria, mas ainda tem seus momentos, especialmente a luta entre Yoda e Imperador Palpatine (e eu juro que se alguém defender a criação do Jar Jar Binks como um personagem realmente divertido eu vou me enforcar com meu próprio intestino). O que eu estou reclamando é o fato de George Lucas não se cansar de mudar as cenas da trilogia antiga todas as vezes que faz uma remasterização nova. E eu acho que agora ele acabou de fazer a pior de todas.

Você se lembra da cena no final de “O Retorno de Jedi”, onde o Vader resolve ajudar o Luke e joga o Imperador no poço? Era um momento climático do filme, e um momento onde tudo finalmente era solucionado. E a parte mais incrível é que Vader não dizia nada. Ele só ficava lá, parado, olhando o Imperador eletrocutar Luke, seu filho, e olhava de um para o outro, tendo um debate interno, até finalmente decidir fazer a coisa certa e acabar com o Imperador de uma vez por todas. O grande tchans da cena está na falta de diálogo.

Até agora.

Na nova versão remasterizada para Blu-Ray, a cena foi editada, e inseriram um grito de “NÃÃÃÃÃÃOOOOO!!!!” feito pelo Vader que é completamente estúpido. Lembra no final de “A Vingança dos Sith”, quando o Vader gritava “não” por causa da mulher dele ter morrido? Já era idiota lá, e continua aqui. Eu suponho que o George Lucas queria justificar a existência daquele grito fazendo com que ele passasse a ser recorrente.

Aqui, olha só:

Sinceramente, eu estou cada vez mais convencido que a trilogia original foi tão boa desse jeito por puro acidente. O George Lucas claramente não tem a menor noção do que fez os filmes antigos dele serem bons, e ele faz questão de continuar mexendo neles, estragando mais e mais sua obra-prima. É deprimente.

Bem, mudando um pouco de assunto dentro do departamento “gritos idiotas”, eu assisti ao último filme do Harry Potter mês retrasado, e reparei novamente em algo que fica aparecendo desde o quinto filme: o grito do Voldemort.

Você sabe do que eu estou falando. Toda vez que o Voldemort lança um feitiço, ou está com raiva, ou faz praticamente qualquer coisa que requer esforço, ele solta um gemido que eu só consigo escrever como “NNNNNYAAAAAAAAAHHHHH!!!!”

Por exemplo:

(E isso é só no trailer do último filme, o filme em si tem ainda mais)

Não é ameaçador, não tem nada a ver com o personagem, só é cômico. Eu ainda não entendi o propósito disso, mas no último filme estava tão frequentemente que eu sinceramente perdi a conta de quantas vezes ele soltou o grito.

Erm, yep. Isso é basicamente tudo que eu tenho pra postar.

Ah, pera, tinha essa tirinha relacionada:

Comic #30

Tchau.

Análise de Force Unleashed Publicada (Incluindo Conteúdo Extra)

Eu não vou nem falar sobre como o George Lucas não sabe quando é a hora de parar de pular para cima e para baixo no meio do estômago da franquia Star Wars, no desespero de arrancar mais alguma coisa que possa render dinheiro. Porque eu já falei isso na análise de Star Wars: The Force Unleashed – Ultimate Sith Edition (nome looongo) aqui.

Que a Força Esteja Com Vocês. Mesmo.

Sabe aqueles dias em que você tem uma penca de coisas pra fazer, mas resolve deixar tudo de lado pra poder postar no blog?

É, eu não. Não tenho compromissos pendentes mesmo.

Mas enfim, quem aí é fã de Star Wars? Porque eu tenho algo aqui que vai fazer suas calças caírem: um treinador Jedi!

I have a good feeling about this...

I have a good feeling about this...

A Força está em tudo que nos cerca. Ela flui ao redor e através de nós. Está entre nós e as árvores e rochas, em torno de nosso X-Wing afundado no pântano de Dagobah, passando por nossa carteira, formigando em nossas axilas, e correndo entre os nossos ouvidos. Você pode achar que eu estou brincando, mas a única maneira de orientar a Força fora de seu corpo é guiar a Força dentro de sua cabeça. Yoda me disse isso na vez em que eu fui comer guisado na casa dele. O cozido estava ok (se você gosta de lamber criaturas do pântano), mas o conselho foi inestimável.

Yoda agora está pronto (em formato eletrônico) para ajudar a te guiar através de 15 níveis de controle da mente. O Star Wars Force Trainer é um fantástico salto pra frente na tecnologia. O fone de ouvido na verdade mede suas ondas cerebrais – ondas cerebrais essas que você vai aprender a controlar. É sério, suas ondas cerebrais vão levantar a bola no dispositivo do Star Wars Force Trainer (bem, tecnicamente o ar vai levantar, mas a força de suas ondas cerebrais é que controla a potência do ar). Esse é um brinquedo que você vai comprar para o seu filho ou irmão mais novo, e depois levar para o seu próprio quarto e nunca mais devolver. O dono do presente pode chorar, mas você vai dominar a Força. E isso é tudo que importa. Com Yoda e Star Wars Force Trainer, você não vai falhar.

Mas Como Funciona?

É muito simples: dependendo da quantidade de Midichlorians que vocês têm em suas células, cada um de vocês possui habilidades diferentes para controlar suas ondas cerebrais. Usando tecnologia sensorial, o Force Trainer pode determinar as diferenças entre as ondas alfa, beta, gama e delta presentes em seu cérebro. Você pode controlar esses estados diferentes do cérebro, usando a sua capacidade de foco para se concentrar. Um micro-chip dentro do Force Trainer então usa um algoritmo para descobrir qual o estado em que seu cérebro se encontra e, em seguida, decide a forma de levantar ou abaixar a bola com base nesse estado. É como mágica, mas do tipo de uma galáxia muito, muito distante. Leia o resto deste post

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