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Feliz dia da Toalha, do Orgulho Nerd, e da Análise de Time, Gentlemen, Please!

Hoje é um dia de orgulho para qualquer um que se denomeie nerd, geek ou simplesmente excêntrico. É o Dia do Orgulho Nerd, que começou a ser comemorado em 2006 e acontece nessa data por causa de ter sido o dia da premiére do primeiro Star Wars, e o Dia da Toalha, comemorado desde 2001 em homenagem ao falecido Douglas Adams.

E portanto, para comemorar a ocasião, uma análise nova: Time, Gentlemen, Please! (note que eu disse nova, mas não disse que o game é necessariamente bom).

Ok, ok, eu já tinha agendado lançar a análise de qualquer forma, independentemente da data. Só coincidiu.

Isso é tudo.

Sério, você pode parar de ler agora, eu não tenho mais nada pra dizer.

Ah, saco, ok, ok.

Um colonizador português encontrou um índio e disse:
-8π.
O índio não respondeu, então ele disse:
-18π.

Pronto. Eu vou pra cama.

Análise de Ben There, Dan That! Publicada

Mas que droga, por que diabos alguns títulos de games precisam ter pontuação no final? Agora o modelo de post anunciando uma análise ficou totalmente confuso. Parece que é feito de duas frases, uma terminando no “that” e outra composta somente pelo “publicada”.

De qualquer forma…

Jogos de point’n’click morreram no mercado de games atual. O que é uma pena, porque eles eram um gênero muito bom. Então, em homenagem a uma geração de jogos interessantes, aqui vai a análise do jogo de point’n’click indie Ben There, Dan That!

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