Arquivo da categoria: Análises

Análise de Brütal Legend Publicada

Análises! Brütal Legend! Heavy Metal! Jogo para Xbox 360! Ozzy Osbourne! Leia aqui! Gasp!

Análise de Force Unleashed Publicada (Incluindo Conteúdo Extra)

Eu não vou nem falar sobre como o George Lucas não sabe quando é a hora de parar de pular para cima e para baixo no meio do estômago da franquia Star Wars, no desespero de arrancar mais alguma coisa que possa render dinheiro. Porque eu já falei isso na análise de Star Wars: The Force Unleashed – Ultimate Sith Edition (nome looongo) aqui.

Análise de Assassin’s Creed Publicada

Assassin’s Creed é um jogo longo, ok? Eu comecei a jogar ele no ano passado e só terminei agora (mas isso também tem a ver com meus horários malucos). Leia a análise aqui.

Análise de Toy Story 3 Publicada

Dane-se, eu acho que vai demorar pelo menos mais um mês até resolverem devolver o meu computador velho. Então eu vou reunir o máximo de iniciativa possível e reescrever a análise de Príncipe da Pérsia do zero. E o pior é que o filme já saiu do cinema há tanto tempo, que vai acabar parecendo uma análise retrospectiva.

Nesse meio tempo, por que não ler minha análise de Toy Story 3, e entender por que é que todos que foram ver o filme choraram como menininhas, inclusive eu?

Lendas Brütais e Duas Causas Justas – Caixinhas de Areia

Ok, então eu agora tenho um Xbox 360, o que significa que eu oficialmente não posso mais falar sobre como um jogo exige muito do processador como eu fiz com os efeitos de Batman: Arkham Asylum, e portanto eu preciso apontar outras coisas sobre desenvolvimento de  games que têm me incomodado ultimamente.

Em primeiro lugar, eu estive brincando bastante com o game Just Cause 2 (sim, eu traduzi errado no título do post, me processe), e posso dizer que é uma das coisas mais bizarras e caóticas que eu já vi. Os produtores do jogo dizem que o cenário é de 1000 quilômetros quadrados, e eu acredito sem contestar, porque tudo que você precisa fazer é pilotar um helicóptero para dar uma boa olhada no cenário e ver o quanto ele é estupidamente grande.

E depois se jogar do helicóptero, claro.

E isso é muito legal e interessante, ainda mais porque não há uma única tela de carregando entre as partes do mapa, o que significa que você pode simplesmente andar por todos os lados sem interromper o que está fazendo, mas eu preciso criar a pergunta: será que realmente o único ponto de venda, a única estratégia de marketing do jogo, é o tamanho do cenário? Antigamente, eu me lembro de jogos que faziam sucesso por causa de um sistema de combate fluido, como God of War, ou então por causa de uma boa história, como Grim Fandango. Mas ao que parece, hoje em dia todas as grandes sacadas já foram feitas, e as produtoras estão raspando o fundo do pote de inovações e ficando com inutilidades como essa.

Porque sim, o cenário grande é inútil. Se ele fosse reduzido a um centésimo do tamanho, o jogador ainda poderia ter uma quantia insana de liberdade, e ainda teria bastante espaço para explorar. E tudo isso sem precisar passar 20 minutos dirigindo de uma missão para a outra, que é um aspecto que está me fazendo criar mais e mais desprezo não só por esse jogo, mas pela maioria dos jogos de mundo aberto, os sandboxes.

Vamos explicar melhor a situação para quem não conhece o termo. Um sandbox é um jogo onde você não é obrigado a se focar totalmente na missão principal, e pode explorar o cenário livremente fazendo absolutamente nada de útil, ou então cumprindo missões secundárias. Ou seja, a série GTA é um bom exemplo de sandbox, porque por mais que ela tenha missões, quase todo mundo prefere simplesmente roubar um carro e sair atropelando todo mundo, por nenhuma razão melhor do que “porque eles podem”.

A culpa é sua, GTA, foi você quem começou esse pesadelo.

É claro que existem algumas variações, jogos que permitem um grau de exploração, mas sem deixar o jogador solto demais. Psychonauts é um bom exemplo, porque tem um cenário grande com vários personagens para encontrar e conversar, o que não é necessário para progredir com a história. Mas ainda assim, quando você está dentro das mentes, é razoavelmente linear.

Assassin’s Creed 1 e 2, por outro lado, possui um mundo razoavelmente amplo, vários itens para coletar que exigem exploração, e missões secundárias que podem ou não ser cumpridas para ganhar recompensas, o que são características fortemente encontradas em um jogo de sandbox. Mas ainda assim, eles insistem que o jogador preste atenção na história principal. Sim, você pode passar horas andando pelas cidades não fazendo absolutamente nada, mas o jogo eventualmente te dá alguns cutucões e te lembra que você tem uma trama para desvendar, o que é um bom recurso.

Mas o que realmente me preocupa é que hoje em dia todos os jogo sentem que a única maneira de serem populares é tendo uma parte sandbox. Brütal Legend, que eu tenho jogado ultimamente, é um jogo de ação e aventura com elementos de estratégia em tempo real (ou RTS, para um nome mais breve), e possui um cenário aberto, com itens para coletar, missões para cumprir, etc. E funciona bem, você pode deixar as missões de lado por um instante e explorar um cenário inspirado em várias capas de discos de heavy metal, ouvindo Motörhead, Megadeth, Ozzy Osbourne e mais uma carrada de bandas. Mas o problema é que você precisa explorar o mapa para conseguir desbloquear comandos para as suas tropas, e ataques que são essenciais para vencer uma batalha. Será que não faz mais sentido me ceder essas habilidades à medida que eu avanço na história, em vez de me obrigar a andar por horas pelo cenário, esperando tropeçar nelas eventualmente?

Quer dizer, você até pode tentar jogar sem encontrar esses itens, mas é o equivalente a entrar em uma competição de esgrima usando uma baguete.

Então, o que eu estou querendo dizer é: elementos de sandbox são, sim, interessantes, pois podem prender a atenção do jogador mesmo quando ele não está interessado na história. Mas existem limites. Não tornem o cenário tão aberto ao ponto de que seja entediante se locomover por ele, e principalmente, não nos obriguem a explorar tudo só para conseguir técnicas de combate essenciais para o progresso da história.

Ok, chega de ser sério:

P: Por que não se deve colocar o quibe dentro do freezer?

R: Porque lá dentro ele esfirra.

Pode me odiar.

Nova Análise, e Novo Clipe do Ozzy

Bem, oi pra vocês. O computador do trabalho passou a bloquear a página de administrador do meu blog por alguma razão. Foi mal pela falta de Playlist.

Para compensar, aí vai o novo clipe daquela música do Ozzy Osbourne que eu tinha falado. É… bizarro. Muito bizarro.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

E além disso, tenho finalmente uma análise nova: a de Principe da Pér… ops, digo, Esquadrão Classe A. Você pode ler clicando nestas palavras.

Sim, a de Príncipe da Pérsia ainda não saiu. Não, eu não sei quando vai sair. O computador que tinha ela salva ainda está fora do meu alcance. Além disso, tenho provas esse fim de semana. Oh bem, não preciso ficar deprimido, ao menos eu tenho a minha saúde ATCHOO COFF sniff ah, merda.

Análise de Fúria de Titãs Publicada

Há algumas semanas, a loja de informática que fica no shopping da minha cidade resolveu deixar um Playstation 3 ligado em uma tela de LCD de 40″, para que quem quisesse fosse lá para jogar. Eu entendo que é uma estratégia de marketing muito inteligente e justa (deixar o cliente experimentar antes de comprar, para ter certeza do que ele quer), mas eu não deixo de ter a impressão de que eu ferro totalmente com a idéia, porque já completei cerca de 3 horas jogando na loja até hoje, e ainda assim não comprei nada.

Mas de qualquer forma, embora eu tenha quase certeza de que os donos da loja já estão no ponto de quererem me dar um belo chute na bunda, eu me diverti muito jogando o demo do God of War 3. E eu tenho que dizer, jogar uma coisa dessas em uma tela de LCD grande, em resolução HD, é a única maneira de realmente aproveitar o jogo. Depois disso, eu me senti um tanto quanto entediado em jogar games na telinha do meu computador, como se estivesse faltando alguma coisa. Mas como eu não tenho dinheiro para comprar a televisão (e nem mesmo o Playstation 3), eu volto lá para irritar os vendedores mais um pouco (sinto muito).

O caso é que eu me pergunto por que ninguém nunca consegue explorar todo o potencial da Mitologia Grega. God of War é um dos que chegou mais perto, eu admito, mas ainda assim eu sempre senti que tinha alguma coisa faltando. Provavelmente porque God of War parte da idéia de que qualquer criatura mitológica pode ser derrotada na base da porrada, o que nem sempre é verdade. Um jogo que conseguisse combinar a mecânica e os visuais de God of War com um história mais elaborada e inimigos que precisassem de mais estratégia para serem derrotados sem dúvida seria a definição de um jogo de Mitologia Grega perfeito.

Eu digo isso porque fui assistir Fúria de Titãs nesse fim de semana, e acho que se fizessem um jogo daquilo seria praticamente tudo que eu tenho em mente. leia a análise aqui.

Feliz dia da Toalha, do Orgulho Nerd, e da Análise de Time, Gentlemen, Please!

Hoje é um dia de orgulho para qualquer um que se denomeie nerd, geek ou simplesmente excêntrico. É o Dia do Orgulho Nerd, que começou a ser comemorado em 2006 e acontece nessa data por causa de ter sido o dia da premiére do primeiro Star Wars, e o Dia da Toalha, comemorado desde 2001 em homenagem ao falecido Douglas Adams.

E portanto, para comemorar a ocasião, uma análise nova: Time, Gentlemen, Please! (note que eu disse nova, mas não disse que o game é necessariamente bom).

Ok, ok, eu já tinha agendado lançar a análise de qualquer forma, independentemente da data. Só coincidiu.

Isso é tudo.

Sério, você pode parar de ler agora, eu não tenho mais nada pra dizer.

Ah, saco, ok, ok.

Um colonizador português encontrou um índio e disse:
-8π.
O índio não respondeu, então ele disse:
-18π.

Pronto. Eu vou pra cama.

Análise de Flock Publicada

O mercado indie está tomando o poder. E ainda bem. Jogos indies têm um jeito muito agradável de ser, eles chegam no mercado sem nenhuma expectativa, e por isso mesmo fazem muito sucesso. Se você não espera nada de um jogo, não tem como ficar decepcionado. Além disso, eles sempre apresentam idéias novas, interessantes e bem originais, o que é muito agradável em um mercado que consiste basicamente de jogos de tiro onde soldados do tamanho de geladeiras enfrentam alienígenas do planeta Zog.

E ao que parece, as grandes produtoras começaram a perceber isso, e agora começaram a lançar jogos com estilo indie. Conheça Flock!

Análise de Homem de Ferro 2 Publicada

Por causa do trabalho, cursinho e tudo o mais, eu demorei mais de uma semana para escrever a análise do Homem de Ferro 2, mas o que importa é finalmente ficou pronta e você pode ler aqui.

Ah, e o Lucas passou a semana inteira pegando no meu pé e insistindo que eu devia mencionar que tem uma cena perturbadora no filme onde um cara quebra a coluna. Ok então. Mencionado.

Análise de Alice no País das Maravilhas Publicada

Cheguei do trabalho, e estou fisicamente e mentalmente exausto. Ah, e publiquei a análise do Alice no país das Maravilhas. Aproveitem.

Análise de Zumbilândia Publicada

É tão bom ir ver um filme com nada além de diversão. Normalmente eu vou ver um filme esperando que ele cumpra promessas de uma boa história, trama envolvente, personagens bem contruídos, mas alguns filmes só querem fazer o espectador rir tanto que a mandíbula cai.

E é esse o espírito do filme que satiriza o apocalipse zumbi, sabiamente chamado Zumbilândia. Leia a análise aqui.

Análise de Bioshock Publicada

Eu realmente detesto ter que analisar games que já foram lançados há muito tempo, mas visto que meu normalmente meu computador só roda direito jogos com mais de dois ou três anos de idade, eu não tenho muita escolha. Além disso, meu dinheiro é limitado (mas vai deixar de ser tanto assim agora que eu arranjei um emprego), e meu tempo também (e vai ficar pior ainda agora que eu arranjei um emprego).

Mas de qualquer forma, eu consegui uma cópia de Bioshock 2 recentemente, e achei que a única forma de analisá-lo devidamente seria falando do primeiro jogo antes. Então, aproveitem.

Análise de Ben There, Dan That! Publicada

Mas que droga, por que diabos alguns títulos de games precisam ter pontuação no final? Agora o modelo de post anunciando uma análise ficou totalmente confuso. Parece que é feito de duas frases, uma terminando no “that” e outra composta somente pelo “publicada”.

De qualquer forma…

Jogos de point’n’click morreram no mercado de games atual. O que é uma pena, porque eles eram um gênero muito bom. Então, em homenagem a uma geração de jogos interessantes, aqui vai a análise do jogo de point’n’click indie Ben There, Dan That!

Análise de Call of Juarez: Bound in Blood Publicada

Ok, imagino que já deva ser óbvio visto que eu sou um nerd, mas eu sou ridiculamente fã de filmes de faroeste. Simplesmente não me canso de ver dois caras, um com o chapéu mais legal que o outro, se encarando em um duelo no pôr do sol, simplesmente penetrando um ao outro com o olhar (não-gay), até que de repente um deles faz um gesto rápido para pegar a arma e KA-POW – o outro saca primeiro e atira, vencendo o duelo. Simplesmente nunca fica velho.

Portanto, você pode ler a análise de Call of Juarez: Bound in Blood aqui. E também pode ouvir uma das melhores música de faroeste já criada, um clássico atemporal:

Oo-ee-oo-ee-oo… Waa-waa-waaaa…

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